Dez Propostas para o Zeebo

Written by Raphael Franck on 20/dezembro/2009 – 11:51 -

por Ryunoken : WarpZona

Este gigantesco texto abaixo surgiu de uma série de conversas que eu venho tendo com pessoas várias, onde eu sempre deixo claro o quanto eu sou esperançoso no projeto Zeebo (desde o seu princípio) e o quanto fico decepcionado com algumas abordagens tomadas pela Tectoy em relação ao console. Ainda não estou com o meu console em mãos, pois o meu plano de adquiri-lo agora ao fim do ano teve que ser adiado por conta de alguns problemas financeiros, mas acredito que estarei com ele em breve…

As opiniões, sugestões e propostas apresentadas abaixo são feitas por alguém que está de fora do mercado, sendo assim geradas de fora da ótica dos negócios, mas acredito que não devem ser descartadas, pois são opiniões de alguém que ama e procura entender os videogames e seu universo, inclusive o econômico, além de refletir opiniões expressas de boa parte da comunidade de jogadores e consumidores brasileiros. Se você gostar do texto, peço por favor que republique-o em seu blog, lista de discussão, fórum ou simplesmente envie ou indique para um amigo seu. Dá minha parte, eu estarei encaminhando-o para a Tectoy e publicando-o nos locais que estiverem ao meu alcance. Sem mais, seguem as minhas “Dez Propostas Para o Zeebo“, e você é convidado a discuti-las e apresentar algumas que eu não tenha lembrando. Vamos transformar essas Dez em Dezenas, se necessário:

Dez Propostas para o Zeebo

10 – Jogos Musicais – Abordaremos a questão do Foco no 2 colocado de nossa lista, mas no momento é suficiente especular: Porque a guitarra que foi lançada recentemente para o Megadrive 4, para ser usada com o jogo Guitar Idol, não é lançada, junto com o mesmo game, para o Zeebo? E digo mais: Ampliando o campo da sugestão, seria uma bola dentro que, de tempos em tempos, edições temáticas do jogo, a preços razoáveis e aproveitando a maior capacidade sonora do console, fossem lançadas. Que tal um Guitar Idol Mamonas Assassinas, Raimundos, Angra, e porque não, Calypso (compra quem quer!)? Ou Guitar Idol MPB, Rock Nacional, Anos 80, etc e etc? Fora que, assim, as versões mobile dos consolidados Guitar Hero e Rock Band poderiam ser satisfatoriamente portados para o Zeebo.

9 – Aplicativos – E por que não? O Zeebo tem três fantásticas portas USB e um leitor de SD prontos para serem utilizados, À partir daí, cameras podem ser ligadas, imagens carregadas, música e texto, todos prontos para serem trabalhados em editores de texto, de imagens, vizualisados em leitores de PDF, imagens e quadrinhos, ou tocados e assistidos em players, isso pra ficar nos aplicativos mais comuns e solicitados. Mas a imaginação é o limite, e podemos divagar bem mais longe, de mensageiros instantâneos a editores de jogos.

8 – Ousadia – Sou só eu, ou falta mesmo ousadia nesse início de empreitada do Zeebo? Após tantas promessas, o que vemos é uma entrada mais do que tímida no mercado. Apesar de bem representado no ambiente virtual de vendas, aqui em Brasília eu só consegui encontrar o Zeebo em uma grande loja de eletrônicos, e olha que eu procurei bastante. Além do que, ouvimos falar muito menos do console agora do que antes do seu lançamento… Do que o Zeebo está se escondendo? Aprece, menino!

7 – Incentivo ao desenvolvimento – A linguagem de desenvolvimento do Zeebo, a Zeebo SDK,  é distribuída gratuitamente, porém, salvo engano meu, ela funciona com base em outra linguagem, a BREW SDK, esta sim paga. Além diss, não fica muito claro como entrar em contato com a Tectoy, como apresentar os projetos ou se há necessidade de um Kit para testar os mesmos. Seria interessantíssimo o desenvolvimento e suporte de uma comunidade de desenvolvimento para o Zeebo, além de mais integração estúdios médios e grandes. Algo como a Apple Store ou X-Box Live. Assim, com mais apoio ao desenvolvimento, apoiado por parámetros claros de conteúdo, forma e preço, veriamos mais jogos exclusivos no console, provavelmente voltados a nossa realidade. Estúdios nacionais com vontade ou possibilidade para entrar nesse mercado não faltam, e temos online dezenas de exemplos de jogos que cairiam muito bem no console, com a possibilidade de terem preços dentro dos padrões que a plataforma exige.

6 – Redes Sociais – A grande tendência da internet, o coringa da Web 2.0., a grande revolução de nossa era. As redes sociais são uma realidade, e o Brasil abarçou em massa a idéia. É difícil um brasileiro com acesso a internet que não faça parte de duas ou mais redes sociais. Integrar o Zeebo e seus jogos a redes sociais já existentes, como o Orkut, o Twitter e o Facebook seria uma cartada de mestre. E, além disso, ampliar o conceito da loja virtual do console para uma rede social, já presente no PS3, Xbox 360 e, de certa forma, Wii. Desta “Zeebonet” exigiriamos ao menos o básico: Troca de mensagens, visualização de perfil, multiplayer, comparação de scores, troféus… O potencial atrativo de tudo isso é imensúravel. Implementar isso seria um esforço consideravel, mas valeria a pena. Mas, para que tudo fosse possível, também era necessário o acesso a Internet. O que nos leva ao próximo item…

5 – Internet – Acesso à Internet através da rede 3g dedicada do Zeebo. Tanto é possível que até já foi feito: No México, um dos maiores atrativos do console (que vem de fábrica com um teclado) é o acesso a Internet. Acessar a rede para comprar e baixar os jogos continuaria de graça, e poderia se criar planos de acesso com preços justos e competitivos. O apelo para a venda do aparelho cresceria absurdamente, pois o mesmo se tornaria uma opção barata para a parcela de brasileiros que não possuí um acesso tão fácil a Internet e suas facilidades.

4 – Cumprir promessas – Muita informação é espalhada à respeito da plataforma, principalmente no tocante aos futuros lançamentos, porém nada saí do plano das idéias. Que as informações divulgadas para a comunidade sejam fiéis à realidade, e mesmo as previsões devem ser tratadas com mais cautela. Ora, boa parcela do público não sabe se é verdade e ainda espera a confirmação das conversões de clássicos de Dreamcast para o Zeebo. Outra promessa seria que, antes do período de festas, a biblioteca do Zeebo estaria na casa dos 40 jogos, que passaram a 30 e, no entanto, ainda se encontra nos mesmos títulos. E o promissor Zenonia, cuja revisão está prometida para “breve” há um período muito grande de tempo?  Ou dizer que o plano para o mesmo é bater de frente com o Playstation 2 quando a base do Zeebo ainda é pífia, e nada se faz a respeito? Vamos arcar com o combinado, e combinar só o possível…

3 – Marketing – Será que não é concenso que o investimento massivo em publicidade, ainda mais nessa época do ano, seria peça fundamental para o sucesso do console? Marketing tradicional, em revistas e veículos especializados, e Marketing Informativo: Nos, que nos interessamos por videogame, temos toda a informação sobre a potência e o modus ooperandi do Zeebo, mas o grande público não. Além do que, o público “hardcore” está sempre pronto a criticar, erroneamente, em meu ponto de vista,  a pouca capacidade do console. Hora, uma campanha informativa de peso, ressaltando as vantagens e o real escopo do console, pode diminuir o preconceito de muita gente que “entende”, além de esclarescer os leigos. É lógico que o Zeebo é mais fraco que o PS3, por exemplo, mas convém falar do preço baixo dos jogos, da não-pirataria, dos recursos possíveis, e deixar claro que o Zeebo é uma alternativa dentro do mercado. E, voltando ao marketing tradicional, todo gamer sabe como é bom ver um comercial de videogames na televisão: Todo mundo tem alguma lembrança nostálgica a esse respeito. E, hoje em dia, com o advento dos blogs, twitter e outras redes informais de informação, um comercial televisivo é ecoado e potencializado. O que nos lembra do marketing viral, que, quando bem feito, eleva a visibilidade de um produto as álturas… E que tal crianças gritando “Zeebo! Zeebo!” no Bom Dia e Compania? Ou ainda, um mascote realmente carismático para o console? E, convenhamos, nada de sacis ou curupiras, não precisamos disso e sabemos que essa xenofobialização não funciona… Muito melhor lembrar da força cômica de um Pepsiman ou Segata Sanshiro, por exemplo. Fico pensando em anúncios do Zeebo martelados incansavelmente por um Fredy Mercury Prateado , Massacration ou um Sérgio Mallandro, em comerciais engraçados (ou engraçadinhos). Você pode não gostar desses exemplos, mas não pode negar o apelo de tais personagens junto ao grande público. Mas se a idéia for assim tão abominável, que se crie um mascote de verdade, com personalidade e carisma.

2 – Foco – Nós, que acompanhamos a Tectoy desde sua época áurea, as vezes não conseguimos compreender o pôrque da empresa continuar insistindo e insistindo em  reinvenções do MegaDrive e do Master System. Ora, a empresa já teve em mãos o Dreamcast e o Saturno, então porque não trabalhar com esses consoles? Ok, ok, não vamos ser levianos justo agora: Provavelmente existem razões mercadológicas envolvidas aqui, desconhecidas por nós, meros especuladores… Porém, vamos manter nosso foco (não é esse o tópico?), que é o Zeebo, e especular um pouco mais, levando em conta que a empresa detem o direito de lançamentos de muitos dos ótimos títulos da Sega. Ora, o foco atual da empresa é, ou pelo menos deveria ser, o Zeebo. Ela mesma saturou o mercado com versões e mais versões do MegaDrive e Master System, e continua fazendo isso, a despeito da atenção que deveria estar dando ao seu novo rebento, único com alguma chance de concorrer com as plataformas já consolidadas. (Segurem o “ismo”, lembre-se do que eu falei no tópico anterior, respire. O Zeebo é, sim, possível concorrente para o seu console, pelo menos em termos de mercado), ela continua insistindo na reciclagem e manutenção de videogames definitivamente ultrapassados. Então, não seria muito, mas muito mais interessante pegar os títulos a qual a empresa tem acesso e lançar para o próprio Zeebo? Que tal um pack de Sonic ou uma edição comemorativa com os antigos jogos do Mickey ou da Turma da Mõnica para o seu Zeebo? Fantático! Elimina-se a necessidade de lançar novos consoles velhos, e ainda volta os olhos dos saudosistas para o console novo! “E onde a gente via publicar os nossos próprios jogos (Corrida de Tampinhas, alguém?) daqui por diante?” - Pergunta a Tectoy. Ora, no Zeebo também, em pacotes! E aproveitem a deixa e a arquitetura favorável do console, e portem os ótimos jogos da Tectoy Mobile para o menino também! O que importae se desapegar do passado e voltar todos os olhos para o Zeebo! O que nos leva ao derradeiro trunfo para que este se torne um videogame forte, saudável e competitivo:

1 – JOGOS – Enfim, chegamos no ponto óbvio e ululante desse texto, o “detalhe” que já derrubou muitos consoles desde que os videogames foram inventados, e a razão do sucesso dos que a este alcançam: Os jogos! Daqui em diante vou até me repetir em alguns pontos, mas convém o reforço: Um videogamenão é nada sem jogos, e o Zeebo não será diferente. Ele precisa de jogos, muitos jogos! Jogos bons, jogos ruins, jogos clássicos, remakes (e vale aqui um elogio a versão de Double Dragon do console, que eu não sei se é um port, mas certamente é a versão mais bonita e completa que eu já vi!), originais, nacionais… Muitos jogos! Aproveitar o catalogo antigo da SEGA, incluíndo aí se possível Saturn e Dreamcast. Aproveitar a facilidade de conversão e adaptar (melhorando) ao hardware do Zeebo os jogos da Tectoy Mobile, e porque não de outras empresas. Dar suporte e subsídios para que os grandes e médios estudios desenvolvam para ele, além de facilitar que os independentes também o façam. Atrair e convencer os grandes estúdios para a plataforma. Oferecer os jogos que fazem sucesso com o grande público em grandes plataformas, além de jogos de nicho. Apresentar, além desses, jogos novos, divertidos, adaptados ao gosto nacional, apresentando ou não elementos ligados a nossa cultura, não importa! Há espaço para todos. Multiplayer, Single Player, Hardcore, Casual, Luta, Esporte, RPG, Puzzle, qualidade e quantidade, originais e conversões, grandes ou pequenos, 3D ou 2D… O Zeebo precisa de jogos, e essa é a aposta mais certa para o sucesso do console!


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Vocêtubo: Mario já te fez chorar?

Written by Raphael Franck on 12/novembro/2009 – 03:16 -

Eu sou Mario!

Eu sou Mario!

O título do post parece ser apelativo, porém foi feito propositadamente. Sim, você já se emocionou com algum jogo, creio eu. Mas há possibilidade de algum dia você ter alguma emoção como derramar alguma lágrima jogando Mario? (bastante piegas isso, para não dizer emo) A resposta, provavelmente, é um simples não. Bom, eu também creio que esse dia dificilmente chegará afinal todo bom jogo do encanador é focado na diversão com um enredo básico de salvar a princesa Peach, fora os jogos de Kart, futebol, golf entre outras qualidades que o maior ícone da Nintendo possui. Então o porquê desse título para o post? O caso é que um fã do bom e velho encanador de roupa avermelhada fez um vídeo comercial de Mario Galaxy. E o que isso tem haver? Acontece que no vídeo você verá toda evolução da personagem da Big N, com certeza se você for um jogador das “antigas” ficará emocionado com o vídeo, ao menos, encontrará certa beleza, pois quem editou o vídeo conseguiu captar toda magia e fantasia das aventuras de Mario. Caso você já conheça o vídeo reveja, pois com certeza sabe que vale assistir, porém quem ainda não viu, não deixe de ver. E perceba como você cresceu meu caro jogador.


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Review – Halo o Graphic Novel

Written by Raphael Franck on 2/novembro/2009 – 00:40 -

Halo em Graphic Novel é tão bom quanto no seu Xbox
Halo em Graphic Novel é tão bom quanto no seu Xbox

Nunca é tarde para se fazer um review não é? Então, antes que alguém pense, “o Faca virou um blog sobre quadrinhos?” Não, porém não posso deixar de comentar as mais belas adaptações do mundo dos games nessa intangível arte (esperem então eu postar mais sobre HQ’s de games).  Antes de qualquer coisa não sou um especialista em Halo. Mas, nada que um pouquinho de estudo não nos faça ficar entrosado com o universo do game. A série da Bungie Studios gerou seqüências, livros e outros artigos de deixar qualquer fã enlouquecido. E Halo Graphic Novel é mais um desses itens que qualquer fã gostaria de ter. Ok, você não precisa ser fã para ter, mas no mínimo gostar de videogame, pois, dificilmente, alguém que não esteja familiarizado com a maravilhosa hipermedia chamada videogame terá interesse no graphic novel da Bungie com parceria da Marvel. Essa parceria deu tão certo que depois saiu uma série de quadrinhos intitulados Halo: Uprising, mas isso já assunto para outro post.

Em "escapando da quarentena" mostra a arte magnífica de Tsutomo Nihei.

Em "escapando da quarentena" mostra a arte magnífica de Tsutomo Nihei.

O universo de Halo é basicamente a luta da humanidade contra os Covenant.(isso é o pano de fundo não se engane a história de Halo é muito mais elaborada e complexa)E o “romance gráfico”  vem ilustrar, ampliar , diversificar e propor uma outra perspectiva ao universo de Halo, pois até então não se tinha idéia de alguns fatos, ou simplesmente não foram discutidos nos jogos.

 A arte inconfundível Moebius

A arte inconfundível Moebius

São quatro histórias que compõe o volume:

“A última viagem da infinite succor” é a abertura do GN (Graphic Novel) o enredo ficou a cargo de Lee Hommock com arte de Simon Bisley, o acontecimento desse primeiro capítulo trata de um chamado de emergência leva os Convenat ao sistema de Threshold, conta ainda  a origem do Comandante das SpecOps, Rtas ‘Vadumee. Todos aqui vão vibrar e perceber como a Flood pode ser perigosa e da mesma forma vão entender como é que os Convenat trabalham.

Já o segundo capítulo, Testando armaduras, é rápido e direto, com roteiro de Joy Foeber, arte de Ed Lee e Andrew Robinson. Aqui somos apresentados como é feito o treinamento de um Spartan e de sua armadura.

O terceiro capítulo, Escapando da quarentena, expande o universo da história de Halo. A fuga do Sargento Johnson da Flood. O responsável por essa parta do GN é Tsutomu Nihei, e não vá pensando que você irá encontrar aqui um estilo mangá estereotipado, pelo contrário,Nihei prova ser um artista de múltiplo traço.

O último episódio de Halo Graphic Novel é contado por Brett Lewis e ilustrado pelo lendário artista francês  Jean”Moebius” Giraud.  O capitulo – O segundo  amanhecer em nova Mombasa – retrata a vida da cidade africana antes de ser destruída pelos Conveant e a luta dos civis para salva-lá.

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Como adendo a revista com vários textos explicativos antes e no final de cada capítulo, ainda tem uma galeria repleta de belas imagens criadas especialmente para essa obra, onde inclui vários artistas como: Doug Alexander, Rick Berry, Scott Fisher, Sterling Hundley, Tsutomu Nihei entre outros.

Certamente alguns podem criticar o trabalho, pois as histórias não são ligadas entre si, porém é obvio que todo esse trabalho foi dedicado aos fãs de Halo. Com certeza é um produto indispensável aos fãs da franquia. Halo Graphic Novel foi lançado pela Panini no Brasil em formato americano, 132 páginas, papel couchê por R$ 19,90.

MCPO por Eddie Smith. Ilustração presente no graphic novel

MCPO por Eddie Smith. Ilustração presente no graphic novel


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StarCraft – Linha de Frente – parte 1

Written by Raphael Franck on 30/outubro/2009 – 18:55 -

Capa original TOKYOPOP

Capa original TOKYOPOP

A Conrad Editora publicou recentemente a versão ilustrada de um dos prestigiados jogos de RTS da Blizzard. O enredo principal é a guerra entre três espécies galácticas: os Terrans, os artrópodes Zerg e os Protoss guerreiros com tecnologia psiônica.

O primeiro volume  é dividido em quatro capítulos. O primeiro “Por que lutamos” com roteiro de Josh Elder e desenhos de Ramanda Kamarga. Esse capítulo  faz uma introdução ao universo de Starcraft com foco principalmente em lutas e os meios utilizados por cada das  raças  uma para formar seus combatentes. O segundo “Deus do Trovão” o enredo é de Richard A. Knaak e arte de Naohiro Washio, esse episódio mostra o piloto Sandin Forst e sua ganância, junto com dois amigos, ele busca um tesouro em meio a guerra do Mar Sara. “Deus do Trovão” é provavelmente o capítulo com maior enfoque psicológico desse primeiro volume. O capítulo seguinte “Arma de Guerra” os argumentos são de Paul Benjamin e Dave Shramek com ilustrações de Hector Sevilla, aqui somos apresentados a Colin. Um garoto com poderes psiônico que está no centro de um conflito dentro de uma mineradora, o pior nesse lugar há uma colônia Zerg e como tudo pode sempre ficar pior, os poderes de Colin atraem os zergs. O final é interessante e a meu ver as ilustrações de Hector Sevilla “owna” todos os outros, mas isso é só questão de gosto mesmo. O último capítulo conhecemos Wes Cartaer piloto de um wyrm que terá que combater seu comandante Jon Dyre…agora o final desse episódio só vamos conhecer quando sair o segundo volume de StarCraft.

StarCraft Linha de Frente  é uma excelente HQ e um item obrigatório para os fãs da série, faz ótimas referências ao universo do jogo e mesmo àqueles  que nunca jogaram essa franquia da Blizzard (não perca tempo vá jogar agora)não se sentirá perdido no enredo. Mais informações quando sair o segundo volume!

Publicado em: setembro de 2009
Editora: Conrad
Licenciador: Tokyopop
Número de páginas: 162
Formato: (14 x 21 cm)
Preto e branco/Lombada quadrada
Preço de capa: R$ 12,90



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Vocêtubo: MMO’s em série, viva em uma Guild!

Written by Raphael Franck on 7/setembro/2009 – 01:36 -

THE GUILD

THE GUILD

Você deve conhecer The Guild, não? Bom eu também não conhecia, até porque não sou aficcionado nem por seriados e tão pouco por MMO’s, enfim,  você já pensou em viver em uma Guilda? Enquanto você fica pensando vamos ao que interessa. The Guild é um web-seriado, que está em sua 3° temporada e falar  exatamente de como viver em uma guilda. Bom se você ficou curiso assista os episódios no seguinte site: www.watchtheguild.com

O seriado foi criado por Felicia Day que faz os roteiros e  interpreta uma das personagens, e dirigido por Jane Selle Morgan.

Felicia Day, você já viu esse rosto antes. Não Lembra? ahhh foi em Buffy a caça vampiros!

Felicia Day, você já viu esse rosto antes. Não Lembra? ahhh foi em Buffy a caça vampiros!

The Guild não é só para fanáticos em MMO’s mas sim para todos os gamers que gostam de descontrair com um ótimo seriado. Mas, o que me levou a escrever sobre isso foi o clip que serve para promover o seriado…vale a pena conferir muito bacana e a música com certeza vai ficar na sua cabeça durante algumas horas.


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Consciência Gamer: maratona de Megaman ajuda a levantar fundos para caridade

Written by L. Gustavo "Mancha" on 1/setembro/2009 – 19:31 -

megamanmarathon2

Taí uma coisa que infelizmente não vemos todo dia, e que é muito bacana: gamers se mobilizando em prol de uma causa maior do que o lançamento de um novo jogo ou console.

Durante esse fim de semana ocorrerá a  Megaman Marathon II, uma maratona organizada pelo gamer Chuck Guarino. Serão 72 horas de jogatina incessante, onde eles pretendem terminar uma série de games do Blue Bomber. Na lista temos a série Mega Man, do 1 ao 9; Megaman & Bass e a série Mega Man X, do X1 ao X6 e Mega Man Legends 2. Agora, a grande pegada da notícia é que eles estão encarando esse desafio para arrecadar fundos para a ONG Child’s Play, que coleta doações em dinheiro, brinquedos, games e livros para crianças doentes, internadas em diversos hospitais pelo mundo.

Ah, além do site mencionado ali em cima, também rola acompanhar o evento pelo twitter deles. A gente deseja boa sorte!

(via Capcom-Unity)


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Games e arte: Um palpite!

Written by Raphael Franck on 26/agosto/2009 – 18:36 -

mario-14-s

Arte feita por Gashi Gashi

É normal  discutir sobre algo chamado videogame arte. O assunto não virou novela (ainda). Mas o que realmente é necessário para um jogo ser considerado arte? Antes de responder essa pergunta, temos que considerar o fator cultural. Cultura pode ser definida como o modo de cultivar algo no decorrer do tempo, aquilo que faz parte das estruturas sociais que por sua vez envolve o processo de criação humana. Ou seja, toda manifestação artística, econômica, religiosa, política são manifestações culturais e do mesmo modo são as ações cotidianas.

O videogame obedece a esses padrões de cultura, pois em vários jogos podemos perceber características como elementos “simbólico-religiosos”, tanto no aspecto do design em si como em seu enredo. Isso é o suficiente para tornar os games arte? Então, temos a seguinte pergunta: O que é arte?

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Artworks: O Lado Sexy do Darkstalkers Tribute

Written by L. Gustavo "Mancha" on 26/julho/2009 – 07:23 -

ds_tribute_meooow

Meus amigos Hadoukeiros caçaram incessantemente as artworks do Street Fighter Tribute, lançado pela foderosíssima Udon Entertainment, e agora é a minha vez de fazer algo semelhante com o novo Darkstalkers Tribute, que está sendo lançado este fim de semana na Comic-Con de San Diego, lá na Gringolândia. Além dos artistas já consagrados, rolou um concurso esperto para preencher as quase 300 páginas do livro e, como era de se esperar, pipocaram artes aprovadas, rejeitadas ou não-mandadas para o concurso, lá no DeviantArt.

Depois dessa enxurrada de links do parágrafo acima (que você pode ter clicado ou não), mostrarei a vocês algumas das artes aprovadas para o livro que encontrei por lá. E, pra começar com o pé direito, já que eu sei que a maioria esmagadora dos nossos leitores é do sexo masculino, farei um post apenas com as garotas da série. Se as meninas reclamarem, eu procuro os gostosões (tem algum em DarkStalkers…?) também, e posto aqui.

Bom, chega de papo, vamos ao assunto: Read more »


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Game Boy completa 20 anos e ganha gráfico charmoso de linha do tempo!

Written by L. Gustavo "Mancha" on 22/abril/2009 – 16:52 -

gameboy_timeline

Não sei vocês, mas eu tenho uma paixão por infográficos. Essas linhas do tempo, por exemplo, que simplificam visualmente o que daria muito, muito texto. Acho legal como só de traçar uma linha e puxar setinhas as coisas parecem bem mais simples e agradáveis à nossa vista do que aqueles blocos gigantescos de texto cru.

Daí pra ter a idéia de traduzir essa Linha do Tempo da vida do Game Boy, feita pelo genial Jesús Díaz, do Gizmodo, foi um pulo. E cá está: é só clicar na imagem aí abaixo para que ela apareça em uma nova janela, inteira, grandona, em HD. Espero que gostem!

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Gameart e cultura!

Written by Sir Alain de Paula on 29/março/2009 – 21:32 -

Mamãe e papai sempre diziam que jogos eram coisa de criança. Quando a gente cresce, games vira coisa de vagabundo. Como não podemos mandar nossos pais pra aquele lugar, mas como alguns fazem, podemos tentar vendê-los. Brincadeiras à parte, vou lhes dar uma informação cultural. Sim! Somos também cultura, não apenas cultura do entretenimento. Hoje vou lhes apresentar algumas idéias legais em torno de um ramo interessantíssimo, a Gameart.

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Primeiramente não são games como obras de arte. Sabemos muito bem que os cenários de Final Fantasy são aquelas coisas mirabolantes de um mundo perfeito com toda a questão da perfeição gráfica elevada quase como uma arte. Não é dessa arte que estou falando!  Falo de arte como um atributo questionador, que nos faz refletir e pensar, muito além de explodir prédios ou invocar um Quetzalcoatl. Como exemplo, vou mostrar um jogo questionador, online inclusive, não precisa de um 360 ou PS2 pra rodar: September 12th.

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