CAMPANHA IMPOSTO JUSTO PARA VIDEO GAMES

Written by Murak on 1/abril/2010 – 20:24 -

Na mais recente edição do GameWorld que ocorreu esta semana em SP, houveram vários destaques como a presença do dublador do Mario distribuindo autógrafos, estandes da Nintendo e a mídia especializada em peso.

No mesmo evento foi lançada uma campanha assaz relevante para nós brasileiros sofridos que temos que juntar dinheiro no porquinho, sacrificar o lanche da escola e guardar o troco do pão por meses, pra comprar um único jogo, graças a seus elevados preços.

Todo mundo sabe que os games custam caro, principalmente por causa dos altos impostos cobrados sobre eles como artigo de luxo aqui no país. E é justamente afim de mudar esta situação que foi lançada a campanha Imposto Justo Para Video Games.

“A campanha CAMPANHA IMPOSTO JUSTO PARA VIDEO GAMES tem o objetivo de forçar a aprovação desta lei, através da pressão organizada dos brasileiros.
Através de um abaixo assinado e de uma campanha online, faremos chegar a Brasília a voz de milhões de gamers e do mercado organizado de videogames.” Conforme veículado no site da campanha.

É importante a participação de todos nós gamers brasileiros porque este é um interesse direto de vocês. E aí, tá cansado de comprar games piratas? Acha que já tá na hora de você usufruir de um original a preço justo? Então participe.

http://www.impostojustoparavideogames.com.br/


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O PSP completou cinco anos. Mas e daí?

Written by L. Gustavo "Mancha" on 25/março/2010 – 08:37 -

Há cinco anos e um dia (porque eu recebi a notícia tarde, shame on me) a toda-poderosa SONY anunciava seu PlayStation Portable, o portátil que prometia tomar o lugar do DS com seus gráficos poderosos e sua compatibilidade multimídia. Foram prometidos inúmeros filmes no formato UMD, uma cacetada de jogos fantásticos e só faltou dizer que ele lava-passa-e-cozinha, também.

Mas agora, olhando para trás, ele realmente fez o sucesso esperado? Vamos fazer algumas observações, boas, ruins ou neutras, e cada um que analise por si mesmo:

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Games Online e Games Online. Qual a diferença?

Written by L. Gustavo "Mancha" on 16/março/2010 – 12:11 -

Achou o título confuso? Pois é, eu também.

vegaconfuso

Mas a ideia não é tão difícil assim. Estou falando das diferenças entre os games que focam a jogatina online e os que dependem de estar online pra ser jogados. Então você pergunta: “Tio Mancha, mas tem diferença? Não é tudo joguinho de jogar na internet?” Não, meu caro mancebo. E é exatamente por essa diferença que eu gosto muito de alguns games online, enquanto não consigo me interessar por outros.

Isso me ocorreu enquanto eu jogava Defense of the Ancients (o popular DotA, um mapa de Warcraft III), jogo no qual eu perco muitas horas por semana. Mas a maioria dos meus amigos joga MMORPGs como World of Warcraft, Cabal, Ragnarok Online. Enquanto o primeiro é uma partida disputada entre dois times, o segundo é um tipo de jogo aberto, livre, onde você escolhe seus objetivos.

traxexdota

Eu, sinceramente, não sou muito fã dos Massive Multiplayer Online. Eu não gosto da falta de objetivos. Não há um inimigo final a ser derrotado. Não há um fechamento para a história. Não há um desenvolvimento dos seus sentimentos para com o jogo, um apego aos personagens. Você simplesmente cria seu alter-ego e é jogado no mundo virtual. Quais as vantagens disso? Bem, você é livre pra fazer praticamente tudo. Pode escolher as missões que quer ou não fazer, pode configurar seu avatar de maneiras variadas, pode interagir com qualquer outro jogador e formar grupos, como pode desmanchá-los em um piscar de olhos. Mas eu acho que é justamente isso que me irrita, o fato de você ter liberdade demais. É o mesmo motivo pelo qual eu nao consigo gostar de GTA, mas isso é papo pra outro post.

Enquanto aquele Game Online suga horas da sua vida fazendo você ficar eternamente indo pra lá e pra cá, este outro Game Online faz você perder tempo de maneira diferente: São sessões de jogo, partidas, uma interação diferente. Aí temos os games de Estratégia em Tempo Real (ou apenas RTS), como Warcraft, Starcraft e Age of Empires, mas também temos games como DotA, Gunbound e até Pangya. Embora não faça você correr pelo mundo como bobo, eles te fazem esperar como bobo pelo início das partidas. Não só isso, mas ele também te prende, pelo menos, até o final da partida. Aqui, os objetivos são levar o seu time à vitória, mesmo que seu time consista em apenas você. Tem um pano de fundo, tem historinha, mas é como jogar uma partida de Street Fighter no videogame. Um ganha, outro perde, e lá vamos nós jogar de novo.

Eu não me empolgo com o primeiro tipo, mas adoro o segundo. O que acaba me afastando deles, na maioria das vezes, são os xiters cheaters, entretanto os cheats estragam ambos os tipos de jogo.

E você? Que tipo de Game Online você prefere?


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Dez Propostas para o Zeebo

Written by Raphael Franck on 20/dezembro/2009 – 11:51 -

por Ryunoken : WarpZona

Este gigantesco texto abaixo surgiu de uma série de conversas que eu venho tendo com pessoas várias, onde eu sempre deixo claro o quanto eu sou esperançoso no projeto Zeebo (desde o seu princípio) e o quanto fico decepcionado com algumas abordagens tomadas pela Tectoy em relação ao console. Ainda não estou com o meu console em mãos, pois o meu plano de adquiri-lo agora ao fim do ano teve que ser adiado por conta de alguns problemas financeiros, mas acredito que estarei com ele em breve…

As opiniões, sugestões e propostas apresentadas abaixo são feitas por alguém que está de fora do mercado, sendo assim geradas de fora da ótica dos negócios, mas acredito que não devem ser descartadas, pois são opiniões de alguém que ama e procura entender os videogames e seu universo, inclusive o econômico, além de refletir opiniões expressas de boa parte da comunidade de jogadores e consumidores brasileiros. Se você gostar do texto, peço por favor que republique-o em seu blog, lista de discussão, fórum ou simplesmente envie ou indique para um amigo seu. Dá minha parte, eu estarei encaminhando-o para a Tectoy e publicando-o nos locais que estiverem ao meu alcance. Sem mais, seguem as minhas “Dez Propostas Para o Zeebo“, e você é convidado a discuti-las e apresentar algumas que eu não tenha lembrando. Vamos transformar essas Dez em Dezenas, se necessário:

Dez Propostas para o Zeebo

10 – Jogos Musicais – Abordaremos a questão do Foco no 2 colocado de nossa lista, mas no momento é suficiente especular: Porque a guitarra que foi lançada recentemente para o Megadrive 4, para ser usada com o jogo Guitar Idol, não é lançada, junto com o mesmo game, para o Zeebo? E digo mais: Ampliando o campo da sugestão, seria uma bola dentro que, de tempos em tempos, edições temáticas do jogo, a preços razoáveis e aproveitando a maior capacidade sonora do console, fossem lançadas. Que tal um Guitar Idol Mamonas Assassinas, Raimundos, Angra, e porque não, Calypso (compra quem quer!)? Ou Guitar Idol MPB, Rock Nacional, Anos 80, etc e etc? Fora que, assim, as versões mobile dos consolidados Guitar Hero e Rock Band poderiam ser satisfatoriamente portados para o Zeebo.

9 – Aplicativos – E por que não? O Zeebo tem três fantásticas portas USB e um leitor de SD prontos para serem utilizados, À partir daí, cameras podem ser ligadas, imagens carregadas, música e texto, todos prontos para serem trabalhados em editores de texto, de imagens, vizualisados em leitores de PDF, imagens e quadrinhos, ou tocados e assistidos em players, isso pra ficar nos aplicativos mais comuns e solicitados. Mas a imaginação é o limite, e podemos divagar bem mais longe, de mensageiros instantâneos a editores de jogos.

8 – Ousadia – Sou só eu, ou falta mesmo ousadia nesse início de empreitada do Zeebo? Após tantas promessas, o que vemos é uma entrada mais do que tímida no mercado. Apesar de bem representado no ambiente virtual de vendas, aqui em Brasília eu só consegui encontrar o Zeebo em uma grande loja de eletrônicos, e olha que eu procurei bastante. Além do que, ouvimos falar muito menos do console agora do que antes do seu lançamento… Do que o Zeebo está se escondendo? Aprece, menino!

7 – Incentivo ao desenvolvimento – A linguagem de desenvolvimento do Zeebo, a Zeebo SDK,  é distribuída gratuitamente, porém, salvo engano meu, ela funciona com base em outra linguagem, a BREW SDK, esta sim paga. Além diss, não fica muito claro como entrar em contato com a Tectoy, como apresentar os projetos ou se há necessidade de um Kit para testar os mesmos. Seria interessantíssimo o desenvolvimento e suporte de uma comunidade de desenvolvimento para o Zeebo, além de mais integração estúdios médios e grandes. Algo como a Apple Store ou X-Box Live. Assim, com mais apoio ao desenvolvimento, apoiado por parámetros claros de conteúdo, forma e preço, veriamos mais jogos exclusivos no console, provavelmente voltados a nossa realidade. Estúdios nacionais com vontade ou possibilidade para entrar nesse mercado não faltam, e temos online dezenas de exemplos de jogos que cairiam muito bem no console, com a possibilidade de terem preços dentro dos padrões que a plataforma exige.

6 – Redes Sociais – A grande tendência da internet, o coringa da Web 2.0., a grande revolução de nossa era. As redes sociais são uma realidade, e o Brasil abarçou em massa a idéia. É difícil um brasileiro com acesso a internet que não faça parte de duas ou mais redes sociais. Integrar o Zeebo e seus jogos a redes sociais já existentes, como o Orkut, o Twitter e o Facebook seria uma cartada de mestre. E, além disso, ampliar o conceito da loja virtual do console para uma rede social, já presente no PS3, Xbox 360 e, de certa forma, Wii. Desta “Zeebonet” exigiriamos ao menos o básico: Troca de mensagens, visualização de perfil, multiplayer, comparação de scores, troféus… O potencial atrativo de tudo isso é imensúravel. Implementar isso seria um esforço consideravel, mas valeria a pena. Mas, para que tudo fosse possível, também era necessário o acesso a Internet. O que nos leva ao próximo item…

5 – Internet – Acesso à Internet através da rede 3g dedicada do Zeebo. Tanto é possível que até já foi feito: No México, um dos maiores atrativos do console (que vem de fábrica com um teclado) é o acesso a Internet. Acessar a rede para comprar e baixar os jogos continuaria de graça, e poderia se criar planos de acesso com preços justos e competitivos. O apelo para a venda do aparelho cresceria absurdamente, pois o mesmo se tornaria uma opção barata para a parcela de brasileiros que não possuí um acesso tão fácil a Internet e suas facilidades.

4 – Cumprir promessas – Muita informação é espalhada à respeito da plataforma, principalmente no tocante aos futuros lançamentos, porém nada saí do plano das idéias. Que as informações divulgadas para a comunidade sejam fiéis à realidade, e mesmo as previsões devem ser tratadas com mais cautela. Ora, boa parcela do público não sabe se é verdade e ainda espera a confirmação das conversões de clássicos de Dreamcast para o Zeebo. Outra promessa seria que, antes do período de festas, a biblioteca do Zeebo estaria na casa dos 40 jogos, que passaram a 30 e, no entanto, ainda se encontra nos mesmos títulos. E o promissor Zenonia, cuja revisão está prometida para “breve” há um período muito grande de tempo?  Ou dizer que o plano para o mesmo é bater de frente com o Playstation 2 quando a base do Zeebo ainda é pífia, e nada se faz a respeito? Vamos arcar com o combinado, e combinar só o possível…

3 – Marketing – Será que não é concenso que o investimento massivo em publicidade, ainda mais nessa época do ano, seria peça fundamental para o sucesso do console? Marketing tradicional, em revistas e veículos especializados, e Marketing Informativo: Nos, que nos interessamos por videogame, temos toda a informação sobre a potência e o modus ooperandi do Zeebo, mas o grande público não. Além do que, o público “hardcore” está sempre pronto a criticar, erroneamente, em meu ponto de vista,  a pouca capacidade do console. Hora, uma campanha informativa de peso, ressaltando as vantagens e o real escopo do console, pode diminuir o preconceito de muita gente que “entende”, além de esclarescer os leigos. É lógico que o Zeebo é mais fraco que o PS3, por exemplo, mas convém falar do preço baixo dos jogos, da não-pirataria, dos recursos possíveis, e deixar claro que o Zeebo é uma alternativa dentro do mercado. E, voltando ao marketing tradicional, todo gamer sabe como é bom ver um comercial de videogames na televisão: Todo mundo tem alguma lembrança nostálgica a esse respeito. E, hoje em dia, com o advento dos blogs, twitter e outras redes informais de informação, um comercial televisivo é ecoado e potencializado. O que nos lembra do marketing viral, que, quando bem feito, eleva a visibilidade de um produto as álturas… E que tal crianças gritando “Zeebo! Zeebo!” no Bom Dia e Compania? Ou ainda, um mascote realmente carismático para o console? E, convenhamos, nada de sacis ou curupiras, não precisamos disso e sabemos que essa xenofobialização não funciona… Muito melhor lembrar da força cômica de um Pepsiman ou Segata Sanshiro, por exemplo. Fico pensando em anúncios do Zeebo martelados incansavelmente por um Fredy Mercury Prateado , Massacration ou um Sérgio Mallandro, em comerciais engraçados (ou engraçadinhos). Você pode não gostar desses exemplos, mas não pode negar o apelo de tais personagens junto ao grande público. Mas se a idéia for assim tão abominável, que se crie um mascote de verdade, com personalidade e carisma.

2 – Foco – Nós, que acompanhamos a Tectoy desde sua época áurea, as vezes não conseguimos compreender o pôrque da empresa continuar insistindo e insistindo em  reinvenções do MegaDrive e do Master System. Ora, a empresa já teve em mãos o Dreamcast e o Saturno, então porque não trabalhar com esses consoles? Ok, ok, não vamos ser levianos justo agora: Provavelmente existem razões mercadológicas envolvidas aqui, desconhecidas por nós, meros especuladores… Porém, vamos manter nosso foco (não é esse o tópico?), que é o Zeebo, e especular um pouco mais, levando em conta que a empresa detem o direito de lançamentos de muitos dos ótimos títulos da Sega. Ora, o foco atual da empresa é, ou pelo menos deveria ser, o Zeebo. Ela mesma saturou o mercado com versões e mais versões do MegaDrive e Master System, e continua fazendo isso, a despeito da atenção que deveria estar dando ao seu novo rebento, único com alguma chance de concorrer com as plataformas já consolidadas. (Segurem o “ismo”, lembre-se do que eu falei no tópico anterior, respire. O Zeebo é, sim, possível concorrente para o seu console, pelo menos em termos de mercado), ela continua insistindo na reciclagem e manutenção de videogames definitivamente ultrapassados. Então, não seria muito, mas muito mais interessante pegar os títulos a qual a empresa tem acesso e lançar para o próprio Zeebo? Que tal um pack de Sonic ou uma edição comemorativa com os antigos jogos do Mickey ou da Turma da Mõnica para o seu Zeebo? Fantático! Elimina-se a necessidade de lançar novos consoles velhos, e ainda volta os olhos dos saudosistas para o console novo! “E onde a gente via publicar os nossos próprios jogos (Corrida de Tampinhas, alguém?) daqui por diante?” - Pergunta a Tectoy. Ora, no Zeebo também, em pacotes! E aproveitem a deixa e a arquitetura favorável do console, e portem os ótimos jogos da Tectoy Mobile para o menino também! O que importae se desapegar do passado e voltar todos os olhos para o Zeebo! O que nos leva ao derradeiro trunfo para que este se torne um videogame forte, saudável e competitivo:

1 – JOGOS – Enfim, chegamos no ponto óbvio e ululante desse texto, o “detalhe” que já derrubou muitos consoles desde que os videogames foram inventados, e a razão do sucesso dos que a este alcançam: Os jogos! Daqui em diante vou até me repetir em alguns pontos, mas convém o reforço: Um videogamenão é nada sem jogos, e o Zeebo não será diferente. Ele precisa de jogos, muitos jogos! Jogos bons, jogos ruins, jogos clássicos, remakes (e vale aqui um elogio a versão de Double Dragon do console, que eu não sei se é um port, mas certamente é a versão mais bonita e completa que eu já vi!), originais, nacionais… Muitos jogos! Aproveitar o catalogo antigo da SEGA, incluíndo aí se possível Saturn e Dreamcast. Aproveitar a facilidade de conversão e adaptar (melhorando) ao hardware do Zeebo os jogos da Tectoy Mobile, e porque não de outras empresas. Dar suporte e subsídios para que os grandes e médios estudios desenvolvam para ele, além de facilitar que os independentes também o façam. Atrair e convencer os grandes estúdios para a plataforma. Oferecer os jogos que fazem sucesso com o grande público em grandes plataformas, além de jogos de nicho. Apresentar, além desses, jogos novos, divertidos, adaptados ao gosto nacional, apresentando ou não elementos ligados a nossa cultura, não importa! Há espaço para todos. Multiplayer, Single Player, Hardcore, Casual, Luta, Esporte, RPG, Puzzle, qualidade e quantidade, originais e conversões, grandes ou pequenos, 3D ou 2D… O Zeebo precisa de jogos, e essa é a aposta mais certa para o sucesso do console!


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Que personagens você gostaria de ver em Super Street Fighter IV?

Written by Bruno Silva on 29/setembro/2009 – 00:48 -

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Tão certo quanto a morte, o pôr do sol e o Imposto de Renda é o fato de a Capcom lançar ‘expansões’ do Street Fighter, desde Super Street Fighter II. É exatamente o rumo que Street Fighter IV tomará muito em breve: Super Street Fighter IV vem aí.

Como a Capcom é a empresa mais oldschool do Planeta Terra, é óbvio que o jogo sairá como um disco novo, e não uma atualização via DLC. Melhor pra quem ainda não comprou, como eu, ou melhor até pra você que está quebrado como eu estou agora, porque o que vai pipocar de SFIV antigo à venda não é brincadeira.

E estas screens da Famitsu (cortesia de @FabioSantana79) mostram que já temos dois personagens confirmados: T. Hawk e Juri, essa mina doida que parece ter saído de um epísódio de Bleach. As scans também mostram Dee Jay, o que completaria o rol dos World Warriors de Super SFII no time de SFIV.

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Podem ter mais? Eu acredito que sim, e o Gamespot também. Pra ser mais exato, ‘oito personagens novos ou oriundos de outros SFs’. Por isso, eu convido você, leitor,  a se manifestar: que World Warrior você gostaria de ver em SFIV?

Aproveite também e clique no salto para conferir o trailer novo de Super Street Fighter IV. ;)

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Scribblenauts: O jogo mais revolucionário desta geração ?!

Written by Murak on 23/setembro/2009 – 13:08 -

Lançado a pouco tempo Scriblenauts tem atendido e superado as expectativas de milhares de gamers ao redor do globo. Se você não conhece este game, faço questão de fazer as apresentações.

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Imagine a seguinte situação: você tem que cortar uma árvore que está atrapalhando seu caminho. Como resolveria a situação? Cortando com um machado? derrubando com um carro? arrancando com um helicóptero? Motosserra? Terremoto?…
Em Scriblenauts você pode optar por qualquer uma destas opções e dezenas de outras. No game existem centenas de puzzles a serem resolvidos e a criatividade do jogador é quem determina como isso será feito, isto porque o personagem principal tem um caderno onde você escreve o nome do objeto e ele aparece no mundo do game. É íncrível ver como os personagens “invocados” interagem entre si. Experimente invocar demônio e um padre e veja o que acontece, daí de um cruz ao padre e perceba a alteração no resultado. Tem até o Rick Roll no game!
Algo em comum a todos os jogadores do game é justamente se interessar mais em brincar sem objetivo nenhum que resolver os puzzles em si. O jogo oferece tantas possibilidades que eu fiquei particularmente decepcionado com o jeito simplista que eu usei para resolver alguns puzzles.
Voltando ao título do post, eu criei algum tempo atrás um post aqui no Faca falando sobre a falta de jogos inovadores nesta geração, mas estes últimos meses tem revelado que a inovação está ai surgindo aos poucos bem diante dos nossos olhos. E quem diria que não seria nos consoles poderosos da MS ou da Sony e sim no portátil DS que surgiria um dos games mais inovadores dos últimos anos.


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Games e arte: Um palpite!

Written by Raphael Franck on 26/agosto/2009 – 18:36 -

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Arte feita por Gashi Gashi

É normal  discutir sobre algo chamado videogame arte. O assunto não virou novela (ainda). Mas o que realmente é necessário para um jogo ser considerado arte? Antes de responder essa pergunta, temos que considerar o fator cultural. Cultura pode ser definida como o modo de cultivar algo no decorrer do tempo, aquilo que faz parte das estruturas sociais que por sua vez envolve o processo de criação humana. Ou seja, toda manifestação artística, econômica, religiosa, política são manifestações culturais e do mesmo modo são as ações cotidianas.

O videogame obedece a esses padrões de cultura, pois em vários jogos podemos perceber características como elementos “simbólico-religiosos”, tanto no aspecto do design em si como em seu enredo. Isso é o suficiente para tornar os games arte? Então, temos a seguinte pergunta: O que é arte?

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O que diabos fizeram com a inovação?

Written by Murak on 18/julho/2009 – 22:30 -

E mais uma geração de jogos surgiu e está próxima a alcançar a estabilidade, entretanto não posso deixar de notar que esta está sendo de longe a geração com jogos mais repetitivos e formulas exploradas e re-exploradas. A começar pelos primeiros consoles, desde a era 8 bits, passando pelos 16 bits e a revolução 3D das plataformas posteriores, tivemos excelentes games em todas estas plataformas e em praticamente todos os consoles.

É bem verdade que nos consoles atuais existem excelentes jogos, mas quando você tenta pensar em algum deles o que vem a mente? Street Fighter IV? Metal Gear Solid IV? ou o ainda inédito e promissor Final Fantasy  XIII? Resident Evil 5?  Vê os números no fim dos nomes dos games? São games excelentes, mas no quesito novidade, são meras continuações.

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Só nos primeiros anos de vida do PSone a exemplo surgiram inúmeras franquias consagradas, como Resident Evil e Metal Gear Solid, sem citar os jogos da Nintedo, como Ocarina of  Time, mas na  atual geração não existe nenhuma franquia que desperte tanta vontade aos jogadores quanto estas, não lancem pedras, mas tentem lembrar de ao menos um jogo que é tão importante atualmente quanto o primeiro Metal Gear foi para a geração dele.

Os consoles atuais e toda a sua potência estão sendo mal aproveitadas e direcionadas à estagnação do mercado, é isso que penso. Nada de novo acontece a muito tempo em relação aos jogos, e não é por falta de recursos, pois o Projeto natal e o revolucionário Wii estão ai pra mostrar isso.

Esta temporada ainda tem muito tempo em aberto, mas é certo que estamos vendo cada vez mais gráficos de babar e menos coisas diferentes. A palavra é esta: “diferente”. Não apenas fazer algo diferente, mas existem muitas ideias ainda a serem exploradas.

Se até na Literatura, que já é explorada a milênios, ainda vemos coisas inéditas ,  porque o mercado de games que tem apenas algumas décadas de vida deveria parar? Talvez porque a literatura jamais tenha sido um mercado, ou ao menos não começou como um.

É nestes momentos em que o comercialismo exarcebado começa a prejudicar completamente os games.

Mas esta é apenas a humilde opinião de um gamer que está começando a pensar que daqui a alguns anos irá jogar somente os clássicos.


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[Picaretacast] Primeira Edição: O único cast que admite ser picareta!

Written by L. Gustavo "Mancha" on 29/março/2009 – 12:46 -

picaretacast

~Mancha® diz:
Faca no Console!, Picaretacast 01, Take 1… gravando!

Bruno Silva diz:
Alô leitores caveirísticos! Este é o primeiro (espero!) de um formato cast rrrrrevolucionário na blogosfera brasileira! O primeiro… que não tem vergonha de assumir que é picareta! O Picaretacast! E eu, Bruno Silva, do Faca!, estou acompanhado de mais dois ilustres blogueiros! Por-favor, apresentem-se!

~Mancha® diz:
É isso aí, aspiras! Eu sou Gustavo, vulgo Mancha, também do Faca no Console!, e espero que gostem dessa nossa idéia que é picareta, mas divertida!

Pablo Raphael diz:
E aí, pessoal! Sou o Pablo Raphael, editor do Hardgamer, um gamer como eu e vocês. Os faquires me chamaram e eu vim participar desse histórico e desde já clássico primeiro Picaretacast.

Bruno Silva diz:
Então… vamos começar hoje com o assunto da semana, que é a GDC (Game Developers Conference), que rolou na gringoland São Francisco. Consigo listar de cabeça pelo menos uma dúzia de novidades impactantes, mas qual vocês acham que foi a mais interessante?

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Especulando: Possibilidades e condições para o Onlive no Brasil. Será que rola?

Written by L. Gustavo "Mancha" on 25/março/2009 – 15:23 -

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Ontem, por volta lá da meia noite, foi anunciado o Onlive, como você pode ver no post do Bruno. Muitos gamers estavam empolgados, o twitter fervendo de comentário, todo mundo louco pra ver. Até corremos pro GameSpot, que transmitiu a palestra ao vivo, direto da GDC, pra saber mais.

Aí eu tentei dormir. Não consegui, óbvio, pois além da insônia costumeira (e o fato de eu viver praticamente no fuso horário japonês), eu estava totalmente hypeado. Uma hora na cama e voltei pro PC, só pra encontrar nosso colega caveira Vini, e trocar altas idéias sobre o que daria ou não de resultados pra nós, pobres brasileiros. Desde a situação atual dos provedores de internet, até uma possível instalação de servidores nacionais do Onlive.

Se quiser ver algumas das conclusões às quais chegamos, dê o salto e veja se concorda.

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