Dez Propostas para o Zeebo

Written by Raphael Franck on 20/dezembro/2009 – 11:51 -

por Ryunoken : WarpZona

Este gigantesco texto abaixo surgiu de uma série de conversas que eu venho tendo com pessoas várias, onde eu sempre deixo claro o quanto eu sou esperançoso no projeto Zeebo (desde o seu princípio) e o quanto fico decepcionado com algumas abordagens tomadas pela Tectoy em relação ao console. Ainda não estou com o meu console em mãos, pois o meu plano de adquiri-lo agora ao fim do ano teve que ser adiado por conta de alguns problemas financeiros, mas acredito que estarei com ele em breve…

As opiniões, sugestões e propostas apresentadas abaixo são feitas por alguém que está de fora do mercado, sendo assim geradas de fora da ótica dos negócios, mas acredito que não devem ser descartadas, pois são opiniões de alguém que ama e procura entender os videogames e seu universo, inclusive o econômico, além de refletir opiniões expressas de boa parte da comunidade de jogadores e consumidores brasileiros. Se você gostar do texto, peço por favor que republique-o em seu blog, lista de discussão, fórum ou simplesmente envie ou indique para um amigo seu. Dá minha parte, eu estarei encaminhando-o para a Tectoy e publicando-o nos locais que estiverem ao meu alcance. Sem mais, seguem as minhas “Dez Propostas Para o Zeebo“, e você é convidado a discuti-las e apresentar algumas que eu não tenha lembrando. Vamos transformar essas Dez em Dezenas, se necessário:

Dez Propostas para o Zeebo

10 – Jogos Musicais – Abordaremos a questão do Foco no 2 colocado de nossa lista, mas no momento é suficiente especular: Porque a guitarra que foi lançada recentemente para o Megadrive 4, para ser usada com o jogo Guitar Idol, não é lançada, junto com o mesmo game, para o Zeebo? E digo mais: Ampliando o campo da sugestão, seria uma bola dentro que, de tempos em tempos, edições temáticas do jogo, a preços razoáveis e aproveitando a maior capacidade sonora do console, fossem lançadas. Que tal um Guitar Idol Mamonas Assassinas, Raimundos, Angra, e porque não, Calypso (compra quem quer!)? Ou Guitar Idol MPB, Rock Nacional, Anos 80, etc e etc? Fora que, assim, as versões mobile dos consolidados Guitar Hero e Rock Band poderiam ser satisfatoriamente portados para o Zeebo.

9 – Aplicativos – E por que não? O Zeebo tem três fantásticas portas USB e um leitor de SD prontos para serem utilizados, À partir daí, cameras podem ser ligadas, imagens carregadas, música e texto, todos prontos para serem trabalhados em editores de texto, de imagens, vizualisados em leitores de PDF, imagens e quadrinhos, ou tocados e assistidos em players, isso pra ficar nos aplicativos mais comuns e solicitados. Mas a imaginação é o limite, e podemos divagar bem mais longe, de mensageiros instantâneos a editores de jogos.

8 – Ousadia – Sou só eu, ou falta mesmo ousadia nesse início de empreitada do Zeebo? Após tantas promessas, o que vemos é uma entrada mais do que tímida no mercado. Apesar de bem representado no ambiente virtual de vendas, aqui em Brasília eu só consegui encontrar o Zeebo em uma grande loja de eletrônicos, e olha que eu procurei bastante. Além do que, ouvimos falar muito menos do console agora do que antes do seu lançamento… Do que o Zeebo está se escondendo? Aprece, menino!

7 – Incentivo ao desenvolvimento – A linguagem de desenvolvimento do Zeebo, a Zeebo SDK,  é distribuída gratuitamente, porém, salvo engano meu, ela funciona com base em outra linguagem, a BREW SDK, esta sim paga. Além diss, não fica muito claro como entrar em contato com a Tectoy, como apresentar os projetos ou se há necessidade de um Kit para testar os mesmos. Seria interessantíssimo o desenvolvimento e suporte de uma comunidade de desenvolvimento para o Zeebo, além de mais integração estúdios médios e grandes. Algo como a Apple Store ou X-Box Live. Assim, com mais apoio ao desenvolvimento, apoiado por parámetros claros de conteúdo, forma e preço, veriamos mais jogos exclusivos no console, provavelmente voltados a nossa realidade. Estúdios nacionais com vontade ou possibilidade para entrar nesse mercado não faltam, e temos online dezenas de exemplos de jogos que cairiam muito bem no console, com a possibilidade de terem preços dentro dos padrões que a plataforma exige.

6 – Redes Sociais – A grande tendência da internet, o coringa da Web 2.0., a grande revolução de nossa era. As redes sociais são uma realidade, e o Brasil abarçou em massa a idéia. É difícil um brasileiro com acesso a internet que não faça parte de duas ou mais redes sociais. Integrar o Zeebo e seus jogos a redes sociais já existentes, como o Orkut, o Twitter e o Facebook seria uma cartada de mestre. E, além disso, ampliar o conceito da loja virtual do console para uma rede social, já presente no PS3, Xbox 360 e, de certa forma, Wii. Desta “Zeebonet” exigiriamos ao menos o básico: Troca de mensagens, visualização de perfil, multiplayer, comparação de scores, troféus… O potencial atrativo de tudo isso é imensúravel. Implementar isso seria um esforço consideravel, mas valeria a pena. Mas, para que tudo fosse possível, também era necessário o acesso a Internet. O que nos leva ao próximo item…

5 – Internet – Acesso à Internet através da rede 3g dedicada do Zeebo. Tanto é possível que até já foi feito: No México, um dos maiores atrativos do console (que vem de fábrica com um teclado) é o acesso a Internet. Acessar a rede para comprar e baixar os jogos continuaria de graça, e poderia se criar planos de acesso com preços justos e competitivos. O apelo para a venda do aparelho cresceria absurdamente, pois o mesmo se tornaria uma opção barata para a parcela de brasileiros que não possuí um acesso tão fácil a Internet e suas facilidades.

4 – Cumprir promessas – Muita informação é espalhada à respeito da plataforma, principalmente no tocante aos futuros lançamentos, porém nada saí do plano das idéias. Que as informações divulgadas para a comunidade sejam fiéis à realidade, e mesmo as previsões devem ser tratadas com mais cautela. Ora, boa parcela do público não sabe se é verdade e ainda espera a confirmação das conversões de clássicos de Dreamcast para o Zeebo. Outra promessa seria que, antes do período de festas, a biblioteca do Zeebo estaria na casa dos 40 jogos, que passaram a 30 e, no entanto, ainda se encontra nos mesmos títulos. E o promissor Zenonia, cuja revisão está prometida para “breve” há um período muito grande de tempo?  Ou dizer que o plano para o mesmo é bater de frente com o Playstation 2 quando a base do Zeebo ainda é pífia, e nada se faz a respeito? Vamos arcar com o combinado, e combinar só o possível…

3 – Marketing – Será que não é concenso que o investimento massivo em publicidade, ainda mais nessa época do ano, seria peça fundamental para o sucesso do console? Marketing tradicional, em revistas e veículos especializados, e Marketing Informativo: Nos, que nos interessamos por videogame, temos toda a informação sobre a potência e o modus ooperandi do Zeebo, mas o grande público não. Além do que, o público “hardcore” está sempre pronto a criticar, erroneamente, em meu ponto de vista,  a pouca capacidade do console. Hora, uma campanha informativa de peso, ressaltando as vantagens e o real escopo do console, pode diminuir o preconceito de muita gente que “entende”, além de esclarescer os leigos. É lógico que o Zeebo é mais fraco que o PS3, por exemplo, mas convém falar do preço baixo dos jogos, da não-pirataria, dos recursos possíveis, e deixar claro que o Zeebo é uma alternativa dentro do mercado. E, voltando ao marketing tradicional, todo gamer sabe como é bom ver um comercial de videogames na televisão: Todo mundo tem alguma lembrança nostálgica a esse respeito. E, hoje em dia, com o advento dos blogs, twitter e outras redes informais de informação, um comercial televisivo é ecoado e potencializado. O que nos lembra do marketing viral, que, quando bem feito, eleva a visibilidade de um produto as álturas… E que tal crianças gritando “Zeebo! Zeebo!” no Bom Dia e Compania? Ou ainda, um mascote realmente carismático para o console? E, convenhamos, nada de sacis ou curupiras, não precisamos disso e sabemos que essa xenofobialização não funciona… Muito melhor lembrar da força cômica de um Pepsiman ou Segata Sanshiro, por exemplo. Fico pensando em anúncios do Zeebo martelados incansavelmente por um Fredy Mercury Prateado , Massacration ou um Sérgio Mallandro, em comerciais engraçados (ou engraçadinhos). Você pode não gostar desses exemplos, mas não pode negar o apelo de tais personagens junto ao grande público. Mas se a idéia for assim tão abominável, que se crie um mascote de verdade, com personalidade e carisma.

2 – Foco – Nós, que acompanhamos a Tectoy desde sua época áurea, as vezes não conseguimos compreender o pôrque da empresa continuar insistindo e insistindo em  reinvenções do MegaDrive e do Master System. Ora, a empresa já teve em mãos o Dreamcast e o Saturno, então porque não trabalhar com esses consoles? Ok, ok, não vamos ser levianos justo agora: Provavelmente existem razões mercadológicas envolvidas aqui, desconhecidas por nós, meros especuladores… Porém, vamos manter nosso foco (não é esse o tópico?), que é o Zeebo, e especular um pouco mais, levando em conta que a empresa detem o direito de lançamentos de muitos dos ótimos títulos da Sega. Ora, o foco atual da empresa é, ou pelo menos deveria ser, o Zeebo. Ela mesma saturou o mercado com versões e mais versões do MegaDrive e Master System, e continua fazendo isso, a despeito da atenção que deveria estar dando ao seu novo rebento, único com alguma chance de concorrer com as plataformas já consolidadas. (Segurem o “ismo”, lembre-se do que eu falei no tópico anterior, respire. O Zeebo é, sim, possível concorrente para o seu console, pelo menos em termos de mercado), ela continua insistindo na reciclagem e manutenção de videogames definitivamente ultrapassados. Então, não seria muito, mas muito mais interessante pegar os títulos a qual a empresa tem acesso e lançar para o próprio Zeebo? Que tal um pack de Sonic ou uma edição comemorativa com os antigos jogos do Mickey ou da Turma da Mõnica para o seu Zeebo? Fantático! Elimina-se a necessidade de lançar novos consoles velhos, e ainda volta os olhos dos saudosistas para o console novo! “E onde a gente via publicar os nossos próprios jogos (Corrida de Tampinhas, alguém?) daqui por diante?” - Pergunta a Tectoy. Ora, no Zeebo também, em pacotes! E aproveitem a deixa e a arquitetura favorável do console, e portem os ótimos jogos da Tectoy Mobile para o menino também! O que importae se desapegar do passado e voltar todos os olhos para o Zeebo! O que nos leva ao derradeiro trunfo para que este se torne um videogame forte, saudável e competitivo:

1 – JOGOS – Enfim, chegamos no ponto óbvio e ululante desse texto, o “detalhe” que já derrubou muitos consoles desde que os videogames foram inventados, e a razão do sucesso dos que a este alcançam: Os jogos! Daqui em diante vou até me repetir em alguns pontos, mas convém o reforço: Um videogamenão é nada sem jogos, e o Zeebo não será diferente. Ele precisa de jogos, muitos jogos! Jogos bons, jogos ruins, jogos clássicos, remakes (e vale aqui um elogio a versão de Double Dragon do console, que eu não sei se é um port, mas certamente é a versão mais bonita e completa que eu já vi!), originais, nacionais… Muitos jogos! Aproveitar o catalogo antigo da SEGA, incluíndo aí se possível Saturn e Dreamcast. Aproveitar a facilidade de conversão e adaptar (melhorando) ao hardware do Zeebo os jogos da Tectoy Mobile, e porque não de outras empresas. Dar suporte e subsídios para que os grandes e médios estudios desenvolvam para ele, além de facilitar que os independentes também o façam. Atrair e convencer os grandes estúdios para a plataforma. Oferecer os jogos que fazem sucesso com o grande público em grandes plataformas, além de jogos de nicho. Apresentar, além desses, jogos novos, divertidos, adaptados ao gosto nacional, apresentando ou não elementos ligados a nossa cultura, não importa! Há espaço para todos. Multiplayer, Single Player, Hardcore, Casual, Luta, Esporte, RPG, Puzzle, qualidade e quantidade, originais e conversões, grandes ou pequenos, 3D ou 2D… O Zeebo precisa de jogos, e essa é a aposta mais certa para o sucesso do console!


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Vocêtubo: Mario já te fez chorar?

Written by Raphael Franck on 12/novembro/2009 – 03:16 -

Eu sou Mario!

Eu sou Mario!

O título do post parece ser apelativo, porém foi feito propositadamente. Sim, você já se emocionou com algum jogo, creio eu. Mas há possibilidade de algum dia você ter alguma emoção como derramar alguma lágrima jogando Mario? (bastante piegas isso, para não dizer emo) A resposta, provavelmente, é um simples não. Bom, eu também creio que esse dia dificilmente chegará afinal todo bom jogo do encanador é focado na diversão com um enredo básico de salvar a princesa Peach, fora os jogos de Kart, futebol, golf entre outras qualidades que o maior ícone da Nintendo possui. Então o porquê desse título para o post? O caso é que um fã do bom e velho encanador de roupa avermelhada fez um vídeo comercial de Mario Galaxy. E o que isso tem haver? Acontece que no vídeo você verá toda evolução da personagem da Big N, com certeza se você for um jogador das “antigas” ficará emocionado com o vídeo, ao menos, encontrará certa beleza, pois quem editou o vídeo conseguiu captar toda magia e fantasia das aventuras de Mario. Caso você já conheça o vídeo reveja, pois com certeza sabe que vale assistir, porém quem ainda não viu, não deixe de ver. E perceba como você cresceu meu caro jogador.


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StarCraft – Linha de Frente – parte 1

Written by Raphael Franck on 30/outubro/2009 – 18:55 -

Capa original TOKYOPOP

Capa original TOKYOPOP

A Conrad Editora publicou recentemente a versão ilustrada de um dos prestigiados jogos de RTS da Blizzard. O enredo principal é a guerra entre três espécies galácticas: os Terrans, os artrópodes Zerg e os Protoss guerreiros com tecnologia psiônica.

O primeiro volume  é dividido em quatro capítulos. O primeiro “Por que lutamos” com roteiro de Josh Elder e desenhos de Ramanda Kamarga. Esse capítulo  faz uma introdução ao universo de Starcraft com foco principalmente em lutas e os meios utilizados por cada das  raças  uma para formar seus combatentes. O segundo “Deus do Trovão” o enredo é de Richard A. Knaak e arte de Naohiro Washio, esse episódio mostra o piloto Sandin Forst e sua ganância, junto com dois amigos, ele busca um tesouro em meio a guerra do Mar Sara. “Deus do Trovão” é provavelmente o capítulo com maior enfoque psicológico desse primeiro volume. O capítulo seguinte “Arma de Guerra” os argumentos são de Paul Benjamin e Dave Shramek com ilustrações de Hector Sevilla, aqui somos apresentados a Colin. Um garoto com poderes psiônico que está no centro de um conflito dentro de uma mineradora, o pior nesse lugar há uma colônia Zerg e como tudo pode sempre ficar pior, os poderes de Colin atraem os zergs. O final é interessante e a meu ver as ilustrações de Hector Sevilla “owna” todos os outros, mas isso é só questão de gosto mesmo. O último capítulo conhecemos Wes Cartaer piloto de um wyrm que terá que combater seu comandante Jon Dyre…agora o final desse episódio só vamos conhecer quando sair o segundo volume de StarCraft.

StarCraft Linha de Frente  é uma excelente HQ e um item obrigatório para os fãs da série, faz ótimas referências ao universo do jogo e mesmo àqueles  que nunca jogaram essa franquia da Blizzard (não perca tempo vá jogar agora)não se sentirá perdido no enredo. Mais informações quando sair o segundo volume!

Publicado em: setembro de 2009
Editora: Conrad
Licenciador: Tokyopop
Número de páginas: 162
Formato: (14 x 21 cm)
Preto e branco/Lombada quadrada
Preço de capa: R$ 12,90



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Scribblenauts: O jogo mais revolucionário desta geração ?!

Written by Murak on 23/setembro/2009 – 13:08 -

Lançado a pouco tempo Scriblenauts tem atendido e superado as expectativas de milhares de gamers ao redor do globo. Se você não conhece este game, faço questão de fazer as apresentações.

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Imagine a seguinte situação: você tem que cortar uma árvore que está atrapalhando seu caminho. Como resolveria a situação? Cortando com um machado? derrubando com um carro? arrancando com um helicóptero? Motosserra? Terremoto?…
Em Scriblenauts você pode optar por qualquer uma destas opções e dezenas de outras. No game existem centenas de puzzles a serem resolvidos e a criatividade do jogador é quem determina como isso será feito, isto porque o personagem principal tem um caderno onde você escreve o nome do objeto e ele aparece no mundo do game. É íncrível ver como os personagens “invocados” interagem entre si. Experimente invocar demônio e um padre e veja o que acontece, daí de um cruz ao padre e perceba a alteração no resultado. Tem até o Rick Roll no game!
Algo em comum a todos os jogadores do game é justamente se interessar mais em brincar sem objetivo nenhum que resolver os puzzles em si. O jogo oferece tantas possibilidades que eu fiquei particularmente decepcionado com o jeito simplista que eu usei para resolver alguns puzzles.
Voltando ao título do post, eu criei algum tempo atrás um post aqui no Faca falando sobre a falta de jogos inovadores nesta geração, mas estes últimos meses tem revelado que a inovação está ai surgindo aos poucos bem diante dos nossos olhos. E quem diria que não seria nos consoles poderosos da MS ou da Sony e sim no portátil DS que surgiria um dos games mais inovadores dos últimos anos.


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Demo de FFXIII em vídeos e comentada; ação frenética dos vídeos diminui consideravelmente

Written by Bruno Silva on 15/abril/2009 – 22:57 -

Como já havia sido anunciado, o demo de FFXIII veio junto com o blu-ray de FFVII: Advent Children Complete. E como já era esperado, muitos japa nerd generosos gamers compraram o filme e fizeram o favor de gravar TODO o demo no YouTube.

Não tivemos o privilégio de jogar isso, mas temos o privilégio de assistir. A seguir, todos os vídeos, em embed (a demo foi dividida em cinco partes diferentes). Eu estava fazendo comentários enquanto assistia cada parte, à moda Twitter, pensando em juntar tudo num textão encorpado. No final, acabou ficando tão bom que eu decidi deixar desse jeito.

Mas, se eu pudesse resumir, diria: referências a FFVII, transição de batalhas clássica, mas bastante sutil, e batalhas MUITO semelhantes a… FFX-2.

Clique no salto e descubra.

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Oh, droga! Tem um emo no meu FFVII Advent Children Complete!

Written by L. Gustavo "Mancha" on 27/março/2009 – 11:36 -

Acredite se quiser: quem criou essa imagem, lá em 2005, fui eu. :)

Não, eu não estou falando do problemático protagonista,  Cloud Strife. Tô falando que vai ter música emo na versão ocidental do filme! Bem… algo do tipo.

Para compôr o ending theme (aka músiquinha-que-toca-no-fim) de Final Fantasy VII: Advent Children Complete, o J-Rocker Kyosuke Himuro (aka quem mesmo?), da banda Boøwy, se juntou a Gerard Way (aka emo esquisito), da banda My Chemical Romance. É, isso mesmo. Exatamente isso que você ouviu leu. (aka Fudeeeeeu!)

Explico: Tetsuya Nomura, compositor da Square Enix (aka Squenix, pros mais chegados) é fã da banda de Himuro. Aliás, a música Calling do álbum Neo Fascio – de Himura, lançado em 1989 – já faz parte da trilha da primeira versão do filme , lá em 2005.

Se é uma tentativa de “ocidentalizar” (aka estragar) a obra, eu não sei. Mas sei que, bem como eu, tenho certeza que isso incomoda muitos fãs. De qualquer modo, você pode acessar o site do Himuro, clicar em trailer (aka… trailer, duh) e conferir Safe and Sound, a música composta pela dupla. Ou pode só clicar no play do vídeo do Youtube (aka VocêTubo) aí embaixo. Só pra constar, a letra é do emo Gerard.

Assistam. É… emocionante.

(via Kotaku)


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Espaço não é mais problema! SD Card Menu no Wii!

Written by Vinicius Lima on 26/março/2009 – 15:22 -

Já posso dizer “Meu Wii é perfeito!”

Ok, ok! Exageros à parte. Claro que ainda falta muita coisa pro Wii ficar perfeito, mas com a grandiosa notícia de ontem, fiquei tão feliz, tão empolgado, tão… tão… tão… enfim, vamos ao que interessa. Faça o bom uso do nosso salto interdimensional e acompanhe as novidades.
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Wii will rock you – Excitebots: Trick Racing

Written by Sir Alain de Paula on 25/março/2009 – 15:32 -

Um velho novo integrante no Faca. Prazer em conhecê-los, sou Sir Alain de Paula. É! Com “i” mesmo, mas é mudo, é francês. A pronúncia correta é Alan! Como Alain Prost e Alain Delon, haha… Papai gostava de Fórmula 1.

Wii Will Rock You!!

Aproveitando o assunto da categoria automobilística, e todo esse papo de velocidade, vou estrear o primeiro jogo com o selo Wii will Rock You! Sabemos que existem Playstations e X-Boxes, mas uma que além de estar rendendo uma grana preta aos japas e de obviamente estar desenhando uma nova maneira de se jogar é o revolucionário Wii. Mas isso não é novidade! Pra ser sincero diziam que não duraria muito tempo, mas a ordem da Nintendo é: se revolucionamos uma vez, vamos revolucionar sempre. Mais ou menos essa é a idéia do selo Wii will rock you do Faca! Sou apaixonado por essa empresa, e aqui estou para mostrar um jogo que já a partir do dia 20 de abril já estará disponível e, como muitos títulos do mesmo, promete elevar e multiplicar a diversão com (mais um) jogo de corrida excelente desenvolvido pro console.

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Primeiras impressões: Resident Evil 5

Written by Bruno Silva on 11/fevereiro/2009 – 14:01 -

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Eu O Faca tarda, mas não falha; a demonstração de Resident Evil 5, que saiu na última sexta (para o PS3; aos caras com Live Gold no 360, a demo foi lançada uma semana antes), com ânimos hyposos e até acusações de racismo, tem sua demo devidamente comentada em terras caveirísticas.

Pra não ficar muito óbvio, digo que a Capcom seguiu a mesma linha de outra franquia famosa: Devil May Cry 4. A explicação, como de costume, está após o salto.

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Até que ponto você se envolve em um jogo?

Written by Vinicius Lima on 5/fevereiro/2009 – 03:29 -

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Bom dia, boa tarde e boa noite, caros leitores usuários do espeto, no bom sentido, claro! Espero que todos curtam a minha estadia por estas terras onde facas perseguem consoles inocentes e os mandam (ou não) ao Hades dos games.

Como disse o companheiro caveira Bruno, no post de introdução à minha pessoa aqui nestas terras sem leis, minha última aquisição foi o PSP. Tenho me divertido a beça com ele, aliás. No último sábado meu grande amigo meia-lua-pra-frente-e-soco Prandoni me emprestou o Crisis Core: Final Fantasy 7. Acabou-se a vida social.

Nunca tive um PlayStation. Nunca havia jogado nenhum Final Fantasy. Aliás, sempre achei que não teria capacidade para terminar nenhum. A primeira experiência foi com o FF Tatics Advance, no meu finado Gameboy Advance (Um minuto de silêncio, in memorian… … … Obrigado). Achei fantástico e resolvi correr atrás da série. Joguei desde o primeiro ao sexto, através do GBA e do DS, além da série Crystal Chronicles, no Cubo.

Mas a experiência com Crisis Core foi diferente. Desde o momento em que iniciei o jogo e assisti aquela fantástica introdução até agora, nas lutas, no jogo, nos personagens, não faço outra coisa. Todo e qualquer minuto vago do meu dia você me encontra com o PSP ligado em Crisis Core e eu treinando Zack para prosseguir no jogo.

O jogo é cativante e prendeu absolutamente. Quem conhece um pouco mais sabe que um jogo nada cativante já empolga mais que tudo, quando fico cativado a coisa fica ainda pior. Eu xingo os personagens, brigo, levo susto junto, choro, enfim… Como se eu estivesse vivendo ali com o personagem e compartilhando dores e emoções.

Assim que Crisis Core chegar ao final, fato que eu estou prolongando ao máximo e ao mesmo tempo curioso para tal acontecimento, volto a falar em Crisis Core com um review decente. Enquanto o review não chega, vejam este publicado pelo meu Hadouken-Friend, Prandoni CLICANDO AQUI.

Enfim, todo esse envolvimento com o jogo me plantou a dúvida: alguém aqui faz algo parecido quando pega um jogo assim? De se sentir na pele do personagem, compartilhar emoções, dores, dar um sorriso com uma piada, alguém aí faz isso também? Vamos lá, não sejam tímidos!


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