Archive for the ‘Indústria’ Category
CAMPANHA IMPOSTO JUSTO PARA VIDEO GAMES
Written by Murak on 1/abril/2010 – 20:24 -Na mais recente edição do GameWorld que ocorreu esta semana em SP, houveram vários destaques como a presença do dublador do Mario distribuindo autógrafos, estandes da Nintendo e a mídia especializada em peso.
No mesmo evento foi lançada uma campanha assaz relevante para nós brasileiros sofridos que temos que juntar dinheiro no porquinho, sacrificar o lanche da escola e guardar o troco do pão por meses, pra comprar um único jogo, graças a seus elevados preços.
Todo mundo sabe que os games custam caro, principalmente por causa dos altos impostos cobrados sobre eles como artigo de luxo aqui no país. E é justamente afim de mudar esta situação que foi lançada a campanha Imposto Justo Para Video Games.
“A campanha CAMPANHA IMPOSTO JUSTO PARA VIDEO GAMES tem o objetivo de forçar a aprovação desta lei, através da pressão organizada dos brasileiros.
Através de um abaixo assinado e de uma campanha online, faremos chegar a Brasília a voz de milhões de gamers e do mercado organizado de videogames.” Conforme veículado no site da campanha.
É importante a participação de todos nós gamers brasileiros porque este é um interesse direto de vocês. E aí, tá cansado de comprar games piratas? Acha que já tá na hora de você usufruir de um original a preço justo? Então participe.
Tags: Brasilia, Campanha Imposto Justo Para Video Game, GameWorld 2010, Imposto
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O PSP completou cinco anos. Mas e daí?
Written by L. Gustavo "Mancha" on 25/março/2010 – 08:37 -
Há cinco anos e um dia (porque eu recebi a notícia tarde, shame on me) a toda-poderosa SONY anunciava seu PlayStation Portable, o portátil que prometia tomar o lugar do DS com seus gráficos poderosos e sua compatibilidade multimídia. Foram prometidos inúmeros filmes no formato UMD, uma cacetada de jogos fantásticos e só faltou dizer que ele lava-passa-e-cozinha, também.
Mas agora, olhando para trás, ele realmente fez o sucesso esperado? Vamos fazer algumas observações, boas, ruins ou neutras, e cada um que analise por si mesmo:
Tags: 5 anos, 5 years, aniversário, anniversary, crack, desbloqueado, desloqueio, hack, hackeado, Playstation Portable, psp, rodar jogos piratas, tags pra atrair visitas
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Dez Propostas para o Zeebo
Written by Raphael Franck on 20/dezembro/2009 – 11:51 -
Este gigantesco texto abaixo surgiu de uma série de conversas que eu venho tendo com pessoas várias, onde eu sempre deixo claro o quanto eu sou esperançoso no projeto Zeebo (desde o seu princípio) e o quanto fico decepcionado com algumas abordagens tomadas pela Tectoy em relação ao console. Ainda não estou com o meu console em mãos, pois o meu plano de adquiri-lo agora ao fim do ano teve que ser adiado por conta de alguns problemas financeiros, mas acredito que estarei com ele em breve…
As opiniões, sugestões e propostas apresentadas abaixo são feitas por alguém que está de fora do mercado, sendo assim geradas de fora da ótica dos negócios, mas acredito que não devem ser descartadas, pois são opiniões de alguém que ama e procura entender os videogames e seu universo, inclusive o econômico, além de refletir opiniões expressas de boa parte da comunidade de jogadores e consumidores brasileiros. Se você gostar do texto, peço por favor que republique-o em seu blog, lista de discussão, fórum ou simplesmente envie ou indique para um amigo seu. Dá minha parte, eu estarei encaminhando-o para a Tectoy e publicando-o nos locais que estiverem ao meu alcance. Sem mais, seguem as minhas “Dez Propostas Para o Zeebo“, e você é convidado a discuti-las e apresentar algumas que eu não tenha lembrando. Vamos transformar essas Dez em Dezenas, se necessário:
Dez Propostas para o Zeebo
10 – Jogos Musicais – Abordaremos a questão do Foco no 2 colocado de nossa lista, mas no momento é suficiente especular: Porque a guitarra que foi lançada recentemente para o Megadrive 4, para ser usada com o jogo Guitar Idol, não é lançada, junto com o mesmo game, para o Zeebo? E digo mais: Ampliando o campo da sugestão, seria uma bola dentro que, de tempos em tempos, edições temáticas do jogo, a preços razoáveis e aproveitando a maior capacidade sonora do console, fossem lançadas. Que tal um Guitar Idol Mamonas Assassinas, Raimundos, Angra, e porque não, Calypso (compra quem quer!)? Ou Guitar Idol MPB, Rock Nacional, Anos 80, etc e etc? Fora que, assim, as versões mobile dos consolidados Guitar Hero e Rock Band poderiam ser satisfatoriamente portados para o Zeebo.
9 – Aplicativos – E por que não? O Zeebo tem três fantásticas portas USB e um leitor de SD prontos para serem utilizados, À partir daí, cameras podem ser ligadas, imagens carregadas, música e texto, todos prontos para serem trabalhados em editores de texto, de imagens, vizualisados em leitores de PDF, imagens e quadrinhos, ou tocados e assistidos em players, isso pra ficar nos aplicativos mais comuns e solicitados. Mas a imaginação é o limite, e podemos divagar bem mais longe, de mensageiros instantâneos a editores de jogos.
8 – Ousadia – Sou só eu, ou falta mesmo ousadia nesse início de empreitada do Zeebo? Após tantas promessas, o que vemos é uma entrada mais do que tímida no mercado. Apesar de bem representado no ambiente virtual de vendas, aqui em Brasília eu só consegui encontrar o Zeebo em uma grande loja de eletrônicos, e olha que eu procurei bastante. Além do que, ouvimos falar muito menos do console agora do que antes do seu lançamento… Do que o Zeebo está se escondendo? Aprece, menino!
7 – Incentivo ao desenvolvimento – A linguagem de desenvolvimento do Zeebo, a Zeebo SDK, é distribuída gratuitamente, porém, salvo engano meu, ela funciona com base em outra linguagem, a BREW SDK, esta sim paga. Além diss, não fica muito claro como entrar em contato com a Tectoy, como apresentar os projetos ou se há necessidade de um Kit para testar os mesmos. Seria interessantíssimo o desenvolvimento e suporte de uma comunidade de desenvolvimento para o Zeebo, além de mais integração estúdios médios e grandes. Algo como a Apple Store ou X-Box Live. Assim, com mais apoio ao desenvolvimento, apoiado por parámetros claros de conteúdo, forma e preço, veriamos mais jogos exclusivos no console, provavelmente voltados a nossa realidade. Estúdios nacionais com vontade ou possibilidade para entrar nesse mercado não faltam, e temos online dezenas de exemplos de jogos que cairiam muito bem no console, com a possibilidade de terem preços dentro dos padrões que a plataforma exige.

6 – Redes Sociais – A grande tendência da internet, o coringa da Web 2.0., a grande revolução de nossa era. As redes sociais são uma realidade, e o Brasil abarçou em massa a idéia. É difícil um brasileiro com acesso a internet que não faça parte de duas ou mais redes sociais. Integrar o Zeebo e seus jogos a redes sociais já existentes, como o Orkut, o Twitter e o Facebook seria uma cartada de mestre. E, além disso, ampliar o conceito da loja virtual do console para uma rede social, já presente no PS3, Xbox 360 e, de certa forma, Wii. Desta “Zeebonet” exigiriamos ao menos o básico: Troca de mensagens, visualização de perfil, multiplayer, comparação de scores, troféus… O potencial atrativo de tudo isso é imensúravel. Implementar isso seria um esforço consideravel, mas valeria a pena. Mas, para que tudo fosse possível, também era necessário o acesso a Internet. O que nos leva ao próximo item…
5 – Internet – Acesso à Internet através da rede 3g dedicada do Zeebo. Tanto é possível que até já foi feito: No México, um dos maiores atrativos do console (que vem de fábrica com um teclado) é o acesso a Internet. Acessar a rede para comprar e baixar os jogos continuaria de graça, e poderia se criar planos de acesso com preços justos e competitivos. O apelo para a venda do aparelho cresceria absurdamente, pois o mesmo se tornaria uma opção barata para a parcela de brasileiros que não possuí um acesso tão fácil a Internet e suas facilidades.
4 – Cumprir promessas – Muita informação é espalhada à respeito da plataforma, principalmente no tocante aos futuros lançamentos, porém nada saí do plano das idéias. Que as informações divulgadas para a comunidade sejam fiéis à realidade, e mesmo as previsões devem ser tratadas com mais cautela. Ora, boa parcela do público não sabe se é verdade e ainda espera a confirmação das conversões de clássicos de Dreamcast para o Zeebo. Outra promessa seria que, antes do período de festas, a biblioteca do Zeebo estaria na casa dos 40 jogos, que passaram a 30 e, no entanto, ainda se encontra nos mesmos títulos. E o promissor Zenonia, cuja revisão está prometida para “breve” há um período muito grande de tempo? Ou dizer que o plano para o mesmo é bater de frente com o Playstation 2 quando a base do Zeebo ainda é pífia, e nada se faz a respeito? Vamos arcar com o combinado, e combinar só o possível…

3 – Marketing – Será que não é concenso que o investimento massivo em publicidade, ainda mais nessa época do ano, seria peça fundamental para o sucesso do console? Marketing tradicional, em revistas e veículos especializados, e Marketing Informativo: Nos, que nos interessamos por videogame, temos toda a informação sobre a potência e o modus ooperandi do Zeebo, mas o grande público não. Além do que, o público “hardcore” está sempre pronto a criticar, erroneamente, em meu ponto de vista, a pouca capacidade do console. Hora, uma campanha informativa de peso, ressaltando as vantagens e o real escopo do console, pode diminuir o preconceito de muita gente que “entende”, além de esclarescer os leigos. É lógico que o Zeebo é mais fraco que o PS3, por exemplo, mas convém falar do preço baixo dos jogos, da não-pirataria, dos recursos possíveis, e deixar claro que o Zeebo é uma alternativa dentro do mercado. E, voltando ao marketing tradicional, todo gamer sabe como é bom ver um comercial de videogames na televisão: Todo mundo tem alguma lembrança nostálgica a esse respeito. E, hoje em dia, com o advento dos blogs, twitter e outras redes informais de informação, um comercial televisivo é ecoado e potencializado. O que nos lembra do marketing viral, que, quando bem feito, eleva a visibilidade de um produto as álturas… E que tal crianças gritando “Zeebo! Zeebo!” no Bom Dia e Compania? Ou ainda, um mascote realmente carismático para o console? E, convenhamos, nada de sacis ou curupiras, não precisamos disso e sabemos que essa xenofobialização não funciona… Muito melhor lembrar da força cômica de um Pepsiman ou Segata Sanshiro, por exemplo. Fico pensando em anúncios do Zeebo martelados incansavelmente por um Fredy Mercury Prateado , Massacration ou um Sérgio Mallandro, em comerciais engraçados (ou engraçadinhos). Você pode não gostar desses exemplos, mas não pode negar o apelo de tais personagens junto ao grande público. Mas se a idéia for assim tão abominável, que se crie um mascote de verdade, com personalidade e carisma.
2 – Foco – Nós, que acompanhamos a Tectoy desde sua época áurea, as vezes não conseguimos compreender o pôrque da empresa continuar insistindo e insistindo em reinvenções do MegaDrive e do Master System. Ora, a empresa já teve em mãos o Dreamcast e o Saturno, então porque não trabalhar com esses consoles? Ok, ok, não vamos ser levianos justo agora: Provavelmente existem razões mercadológicas envolvidas aqui, desconhecidas por nós, meros especuladores… Porém, vamos manter nosso foco (não é esse o tópico?), que é o Zeebo, e especular um pouco mais, levando em conta que a empresa detem o direito de lançamentos de muitos dos ótimos títulos da Sega. Ora, o foco atual da empresa é, ou pelo menos deveria ser, o Zeebo. Ela mesma saturou o mercado com versões e mais versões do MegaDrive e Master System, e continua fazendo isso, a despeito da atenção que deveria estar dando ao seu novo rebento, único com alguma chance de concorrer com as plataformas já consolidadas. (Segurem o “ismo”, lembre-se do que eu falei no tópico anterior, respire. O Zeebo é, sim, possível concorrente para o seu console, pelo menos em termos de mercado), ela continua insistindo na reciclagem e manutenção de videogames definitivamente ultrapassados. Então, não seria muito, mas muito mais interessante pegar os títulos a qual a empresa tem acesso e lançar para o próprio Zeebo? Que tal um pack de Sonic ou uma edição comemorativa com os antigos jogos do Mickey ou da Turma da Mõnica para o seu Zeebo? Fantático! Elimina-se a necessidade de lançar novos consoles velhos, e ainda volta os olhos dos saudosistas para o console novo! “E onde a gente via publicar os nossos próprios jogos (Corrida de Tampinhas, alguém?) daqui por diante?” - Pergunta a Tectoy. Ora, no Zeebo também, em pacotes! E aproveitem a deixa e a arquitetura favorável do console, e portem os ótimos jogos da Tectoy Mobile para o menino também! O que importae se desapegar do passado e voltar todos os olhos para o Zeebo! O que nos leva ao derradeiro trunfo para que este se torne um videogame forte, saudável e competitivo:
1 – JOGOS – Enfim, chegamos no ponto óbvio e ululante desse texto, o “detalhe” que já derrubou muitos consoles desde que os videogames foram inventados, e a razão do sucesso dos que a este alcançam: Os jogos! Daqui em diante vou até me repetir em alguns pontos, mas convém o reforço: Um videogamenão é nada sem jogos, e o Zeebo não será diferente. Ele precisa de jogos, muitos jogos! Jogos bons, jogos ruins, jogos clássicos, remakes (e vale aqui um elogio a versão de Double Dragon do console, que eu não sei se é um port, mas certamente é a versão mais bonita e completa que eu já vi!), originais, nacionais… Muitos jogos! Aproveitar o catalogo antigo da SEGA, incluíndo aí se possível Saturn e Dreamcast. Aproveitar a facilidade de conversão e adaptar (melhorando) ao hardware do Zeebo os jogos da Tectoy Mobile, e porque não de outras empresas. Dar suporte e subsídios para que os grandes e médios estudios desenvolvam para ele, além de facilitar que os independentes também o façam. Atrair e convencer os grandes estúdios para a plataforma. Oferecer os jogos que fazem sucesso com o grande público em grandes plataformas, além de jogos de nicho. Apresentar, além desses, jogos novos, divertidos, adaptados ao gosto nacional, apresentando ou não elementos ligados a nossa cultura, não importa! Há espaço para todos. Multiplayer, Single Player, Hardcore, Casual, Luta, Esporte, RPG, Puzzle, qualidade e quantidade, originais e conversões, grandes ou pequenos, 3D ou 2D… O Zeebo precisa de jogos, e essa é a aposta mais certa para o sucesso do console!
Tags: Faca no Console!, Girls of War, Grupos, Indústria, JogaDF, jornalismo de brasília, jornalismo gamer de Brasília, level gamer, Matéria, tec toy, Warpzona, zeebo
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Review – Halo o Graphic Novel
Written by Raphael Franck on 2/novembro/2009 – 00:40 -
Nunca é tarde para se fazer um review não é? Então, antes que alguém pense, “o Faca virou um blog sobre quadrinhos?” Não, porém não posso deixar de comentar as mais belas adaptações do mundo dos games nessa intangível arte (esperem então eu postar mais sobre HQ’s de games). Antes de qualquer coisa não sou um especialista em Halo. Mas, nada que um pouquinho de estudo não nos faça ficar entrosado com o universo do game. A série da Bungie Studios gerou seqüências, livros e outros artigos de deixar qualquer fã enlouquecido. E Halo Graphic Novel é mais um desses itens que qualquer fã gostaria de ter. Ok, você não precisa ser fã para ter, mas no mínimo gostar de videogame, pois, dificilmente, alguém que não esteja familiarizado com a maravilhosa hipermedia chamada videogame terá interesse no graphic novel da Bungie com parceria da Marvel. Essa parceria deu tão certo que depois saiu uma série de quadrinhos intitulados Halo: Uprising, mas isso já assunto para outro post.
O universo de Halo é basicamente a luta da humanidade contra os Covenant.(isso é o pano de fundo não se engane a história de Halo é muito mais elaborada e complexa)E o “romance gráfico” vem ilustrar, ampliar , diversificar e propor uma outra perspectiva ao universo de Halo, pois até então não se tinha idéia de alguns fatos, ou simplesmente não foram discutidos nos jogos.
São quatro histórias que compõe o volume:
“A última viagem da infinite succor” é a abertura do GN (Graphic Novel) o enredo ficou a cargo de Lee Hommock com arte de Simon Bisley, o acontecimento desse primeiro capítulo trata de um chamado de emergência leva os Convenat ao sistema de Threshold, conta ainda a origem do Comandante das SpecOps, Rtas ‘Vadumee. Todos aqui vão vibrar e perceber como a Flood pode ser perigosa e da mesma forma vão entender como é que os Convenat trabalham.
Já o segundo capítulo, Testando armaduras, é rápido e direto, com roteiro de Joy Foeber, arte de Ed Lee e Andrew Robinson. Aqui somos apresentados como é feito o treinamento de um Spartan e de sua armadura.
O terceiro capítulo, Escapando da quarentena, expande o universo da história de Halo. A fuga do Sargento Johnson da Flood. O responsável por essa parta do GN é Tsutomu Nihei, e não vá pensando que você irá encontrar aqui um estilo mangá estereotipado, pelo contrário,Nihei prova ser um artista de múltiplo traço.
O último episódio de Halo Graphic Novel é contado por Brett Lewis e ilustrado pelo lendário artista francês Jean”Moebius” Giraud. O capitulo – O segundo amanhecer em nova Mombasa – retrata a vida da cidade africana antes de ser destruída pelos Conveant e a luta dos civis para salva-lá.
Como adendo a revista com vários textos explicativos antes e no final de cada capítulo, ainda tem uma galeria repleta de belas imagens criadas especialmente para essa obra, onde inclui vários artistas como: Doug Alexander, Rick Berry, Scott Fisher, Sterling Hundley, Tsutomu Nihei entre outros.
Certamente alguns podem criticar o trabalho, pois as histórias não são ligadas entre si, porém é obvio que todo esse trabalho foi dedicado aos fãs de Halo. Com certeza é um produto indispensável aos fãs da franquia. Halo Graphic Novel foi lançado pela Panini no Brasil em formato americano, 132 páginas, papel couchê por R$ 19,90.
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Press Start #3 Já nas bancas virtuais!
Written by Leonardo Lopes on 22/agosto/2009 – 22:00 -E cá estamos mais uma vez, meus queridos aspiras! Demoramos mas não esquecemos de entregar para vocês a terceira edição da nossa parceira e colega de jornada: PRESS START!
Entre os destaques dessa edição estão uma entrevista exclusiva com Jonathan Blow (criador de BRAID) e uma matéria sobre os blogs brasileiros de games. E aguardem, porque na próxima edição teremos mais uma grande surpresa!
Clique nas imagens para ler a revista online.
Caso queiram, façam o download por alguns desses links!
Prototype:
http://www.4shared.com/file/123237470/6fa474ca/Press_Start_3_Prototype.html
http://www.megaupload.com/?d=IHC7I0GW
Abração e até a próxima.
Tags: blog, braid, games, jonathan blow, press start, prototype, revista digital
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Sony anuncia a versão Slim do Playstation 3 e diminui preço do ‘tijolão’! Que tal?
Written by Bruno Silva on 18/agosto/2009 – 15:09 -Essa é foto, meio embaçada (via Joystiq), ilustra o novo PS3 Slim, que era alvo de especulações desde o último trimestre. O big boss Kaz Hirai anunciou na GamesCom, em Colônia (Alemanha), que o console sairá na primeira semana de setembro.
O console vai sofrer uma boa redução de tamanho: será 33% menor, 36% mais leve, e consumirá 34% menos energia. É uma boa redução, mas pensando aqui, no chutômetro, me parece menor que a do Playstation 2 normal para o Slim. O console virá com um HD de 120 GB.
Agora, a melhor notícia. A tão pedida redução de preço! Ambas as versões do PS3, tanto a slim quanto a geladeira lápide tijolo normal custarão US$ 299, a partir de amanhã!
No decorrer do dia, e se aparecerem mais informações, postarei um update, com algumas opiniões, inclusive. Fiquem ligados!
(via Joystiq)
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Divulgado vídeo do multiplayer de Modern Warfare 2
Written by Leonardo Lopes on 29/julho/2009 – 14:41 -Para os que não estão aguentando a tortuosa espera por Call of Duty: Modern Warfare 2, a Infinity Ward acaba de divulgar mais um vídeo para nos deixar ainda mais boquiabertos e demonstrar o porque de Modern Warfare 2 ser um dos jogos mais aguardados de 2009.
Além de gráficos ligeiramente mais caprichados (já que o antecessor até hoje está um degrau acima no quesito visual) podemos notar que as batalhas provavelmente estarão ainda mais frenéticas e disputadas. Outra mudança também pode ser notada no HUD do jogo.
Call Of Duty: Modern Warfare 2 tem previsão de lançamento para 10-11-2009 e promete melhorar ainda mais a formula que o consagrou com um jogo único e com um dos multiplayer mais viciantes dessa geração!
Para ficar perfeito só faltava comprar a versão de colecionador que é um luxo só, e conta até com óculos thermal.
Tags: call of duty, fps, infinty ward, Lançamentos, modern warfare 2, thermal goggles, trailer, Vídeos
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Que tal trabalhar no novo game de Jonathan Blow?
Written by Leonardo Lopes on 27/julho/2009 – 09:28 -
(Atenção Creuzebeque! Creuzebeque meu filho! Vai começar a baixaria!)
Bem galera, primeiramente vou me apresentar e já iniciar logo de uma vez minha participação aqui no Faca no Console! Sou o Leonardo (mais conhecido no meio gamer como Léosma, graças a srta. Bruna Torres), redator da Press Start! e músico frustrado (hehehe). É um imenso prazer vestir essa farda preta e enfiar a Faca no Console! também. Espero que minha estadia aqui seja tão tranquila quanto passar férias na Faixa-de-Gaza! Mas agora já chega de conversinha! Caveiras não ficam batendo papo em serviço!
Os programadores e artistas 3D de plantão podem começar a enviar currículos para Jonathan Blow, pois ele está em busca de gente disposta a colocar suas ideias loucas e geniais no papel (na verdade, colocar na tela do PC). Para os que desconhecem o cara – coisa difícil – saibam que ele é o criador de uns dos jogos mais elogiados da atualidade: Braid.
Entretanto, Blow informa no anúncio que está querendo desenvolver algo fora dos padrões, assim como foi o caso de Braid, e pra isso busca pessoas com a mesma ideia. Tanto que ele deixa claro em seu post:
“Please have a good portfolio. The ideal portfolio would include both indoor and outdoor 3D environments as well as everyday objects. Please no monsters or weapon models. Thanks”.
Que, numa tradução rápida para o português feita pelo nosso amigo Caveira Mancha 02, soa assim:
“Por favor, tenha um bom Portifólio. O ideal é que ele contenha ambientes em 3D, tanto exteriores quanto interiores, e também objetos comuns do dia-a-dia. Por favor, nada de monstros ou modelos de armas. Obrigado.”
Para os interessados, entrem no blog de Braid e enviem um e-mail com o bendito portifólio. E lembre-se de uma coisa: se for contratado, não deixe de dizer aos quatro cantos do mundo que viu a notícia aqui! (E de me mandar 500 ruppes de pagamento, hein!)
Independente de quem faça o jogo, já podemos esperar mais uma obra prima vindo por aí. Ou será que não?
(via Geek.com)
Tags: artista 3d, braid, desenvolvimento, jonathan blow, portfólio
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Em breve: Rockband Network, tenha sua música no jogo!
Written by Murak on 23/julho/2009 – 14:49 -
“O RockBand Network é um revolucionário sistema que permite bandas, estúdios e gravadoras criar e vender conteúdo jogável de suas gravações usando as mesmas ferramentas profissionais usadas por nossos desenvolvedores.”
É exatamente como dito nesta introdução veiculada no site Rockband Creators, que em breve estará disponível o sistema Rockband Network para incluir qualquer música existente no game. Basicamente quando o sistema estiver funcionando, qualquer banda poderá utilizar as ferramentes do site para editar suas músicas para o game, estas serão disponibilizadas gratuitamente pelo site, claro isso vai exigir algum conhecimento básico de programação. Read more »
Tags: bandas novas, customização, faça você mesmo, foda, Network, novidade, programação, Rockband, rockband creators, xbox 360
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Acordo da Synergex com a Sony pode ‘diminuir’ o preço dos jogos de PS3, PS2 e PSP
Written by Bruno Silva on 17/julho/2009 – 20:29 -
Este dia sempre esteve no sonho dos gamers brasileiros. Entrar em uma grande loja de varejo, olhar na prateleira jogos como Assassin’s Creed, Final Fantasy XIII, Resident Evil 5 e GTA IV a preços que não vão causar um rombo de um tamanho de um meteoro na sua carteira/conta bancária caso você decida comprá-los. Com o anúncio de hoje, ter uma prateleira de jogos como a daí de cima e não ser um milionário deixou de ser um pouquinho menos um sonho e um pouquinho mais uma realidade, mas há um porém. Sempre há um porém.
Resumindo os fatos: a Synergex, distribuidora canadense de jogos que já está atuando há um tempinho aqui no Brasil, entrou em um acordo com a Sony para produzir e distribuir jogos de PS2, PS3 e PSP no país. Como os jogos serão produzidos em território nacional, terão menos impostos do que os jogos importados. O jornal Valor Econômico de hoje prevê um corte de 25 a 30% no preço dos jogos.
Mas o quanto esses números significam no valor dos jogos? Por exemplo, vejamos Mirror’s Edge, distribuido pela Synergex no Brasil. Levando em conta um preço médio de R$ 260, mesmo com o corte de preço, o valor cai para algo em torno de R$ 180 reais. É claro que ninguém pode reclamar no corte de preço dos jogos, mas é inegável que, mesmo com esse corte, o preço ainda está bastante inacessível para boa parte dos jogadores. Para se ter uma comparação, os jogos de Xbox 360 distribuidos pela Synergex tem um preço em torno do novo valor dos jogos de PS3.
Então, vamos festejar sim, mas é sempre bom ter na cabeça que agora, os jogos de PS3 deixarão de ser ‘caríssimos’ para se tornarem apenas ‘caros’. Melhorou, mais ainda pode ficar melhor. Como? Cortando mais impostos de importação. Isso já estamos carecas de tanto saber.
Tags: brasil, impostos, jogos, ps2, ps3, psp, redução de preço, Sony, synergex
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