Jogo bom e desconhecido que ninguém conhece!

Written by Knuckles Dark on 9/junho/2010 – 14:34 -

Olá. Passei por aqui rapidinho rapidinho para mostrar uma pequena pérola que ficou um tanto enterrada a oitenta mil pés no fundo do mar e passou despercebida esquecida no mundo gamer.

Zone of The Enders: The Second Runner chame de ZOE 2, o nome é muito comprido e talvez por isso o jogo não seja tão conhecido é um jogo idealizado por nada menos que Deus, o maior, o gênio Hideo Kojima (Sim, o mesmo cara que você deve agradecer todo santo dia por Metal Gear Soild existir) e é impossível não ver as semelhanças desse game com a série MGS.

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O PSP completou cinco anos. Mas e daí?

Written by L. Gustavo "Mancha" on 25/março/2010 – 08:37 -

Há cinco anos e um dia (porque eu recebi a notícia tarde, shame on me) a toda-poderosa SONY anunciava seu PlayStation Portable, o portátil que prometia tomar o lugar do DS com seus gráficos poderosos e sua compatibilidade multimídia. Foram prometidos inúmeros filmes no formato UMD, uma cacetada de jogos fantásticos e só faltou dizer que ele lava-passa-e-cozinha, também.

Mas agora, olhando para trás, ele realmente fez o sucesso esperado? Vamos fazer algumas observações, boas, ruins ou neutras, e cada um que analise por si mesmo:

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Por que raios Pokémon ainda bomba por aí?

Written by Sir Alain de Paula on 22/março/2010 – 00:17 -

pokemon01Não vou ser hipócrita. Quando comprei meu Nintendo DS o primeiro jogo que joguei foi New Super Mario Bros. O segundo foi Pokémon Diamond.

Vi a época da geração Pokémon se consolidar, e o mais bizarro é que essa consolidação continua até hoje. Joguei a Red e Silver, fazia algumas estratégias bacanudas pra ganhar dos meus amigos e era meio imbatível até com meu grande Tyranitar. Fiquei fora das versões Ruby/Sapphire/Emerald, mas botei as mãos nas novas versões com a compra do meu Nintendo DS.

Vejo que existe algumas receitas importantes, coisas básicas, que destroem trilhões de franquias por aí. Vamos nomear os bois então:

1. Signos característicos que nunca mudam (ou “como sempre uma coisa é sempre a mesma coisa”)
Liguei o jogo e dei New game. Escolhi meu sexo, pus meu nome, e tive aquela explicação rápida do que é o mundo Pokémon. Acordei no meu quarto, falei com minha mãe, acabo tendo um encontro com o professor, escolho meu primeiro Pokémon e vou andar pelo mundo. É a mesma receita desde Pokémon Red/Blue/Green, os primeiros lá da década dos tiranossauros.

pokemon022. Sempre adicione, nunca retire. (ou “como aquelas coisas que o povo adora sempre persistem”)
Lembra da bicicleta? Ela sempre tá em todos os jogos, e sempre aparece com uma música irritante diferente no fundo. Desde essa da primeira geração, até essa das últimas versões. A diferença é que eles adicionaram marchas, e até umas botas iradas pra você usar nos locais que não pode dar umas pedaladas. Achou o exemplo muito vago? Gosto muito dos “acessórios”. Na época que jogava a Silver tinha o Pokégear, que tinha Rádio, telefone e algumas outras coisas inúteis. Nas novas tenho uma versão melhorada, o Pokétch (e não, não me venha com piadinhas trocando o “p” pelo “b” e falando da Twittess do BBB), com hora (que deixo sempre, afinal sempre perco a hora jogando isso…) e mais algumas coisas também inúteis, exceto um comparador de tipos de Pokémon, pra saber qual tipo ganha do qual, pra simular na hora da batalha.

3. Clichês SEMPRE funcionam. (ou “como uma história bobinha faz você ficar com medo de um mero Pikachu”)
Me recordo até hoje quando a Equipe Rocket dominou a Torre de Rádio de Goldenrod com seus “atos terroristas”. Ou também quando sequestraram o dono da Silph Co. Se você acha isso meio bobo, é porque não viu o Team Galactic, e me pergunto o que essas crianças andam vendo por aí. É quase um Talibã, com algum líder obscuro que usa um tipo de Pokémon apelativo. Você se sente quase que um carinha do filme da Bigelow, que aliás eu baixei e não assisti ainda. É bom?

pokemon034. Invista nos detalhes (ou “como aquela porta da cidade que você não viu na verdade escondia algo tão importante e nunca reparei”)
Sempre tiveram uns detalhes muito bacanas no jogo. Na primeira geração não tinha tanto, mas na Silver investiram bastante. Seus bichos tinham felicidade, de acordo até com o que você recuperava os status deles. Isso evoluiu pra uma cadeia de coisas que medem a beleza, esperteza e até fofura do seu Pokémon. Antes tinham umas Pokébolas que você tinha que fazer pegando uns itens chamados “Apricorns”. Agora você tem mais opções ainda (até uma que tem mais chance de pegar por número de rodadas da luta) aumentando ainda mais a chance de pegar algo e a diversão da coisa toda.

Resultado? Joguei Diamond do jeito que jogava a Red, me senti em casa. Acho esse um diferencial interessante, uma receita básica de game de sucesso que poucos conseguem absorver e transmitir tão bem como Pokémon. Talvez seja por isso que seja uma das franquias de maior sucesso no mundo – mesmo tendo ao mesmo tempo trilhões de pessoas que têm também um imenso preconceito contra o game.

O game é o game, o anime é o anime. Ponto final!


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Dez Propostas para o Zeebo

Written by Raphael Franck on 20/dezembro/2009 – 11:51 -

por Ryunoken : WarpZona

Este gigantesco texto abaixo surgiu de uma série de conversas que eu venho tendo com pessoas várias, onde eu sempre deixo claro o quanto eu sou esperançoso no projeto Zeebo (desde o seu princípio) e o quanto fico decepcionado com algumas abordagens tomadas pela Tectoy em relação ao console. Ainda não estou com o meu console em mãos, pois o meu plano de adquiri-lo agora ao fim do ano teve que ser adiado por conta de alguns problemas financeiros, mas acredito que estarei com ele em breve…

As opiniões, sugestões e propostas apresentadas abaixo são feitas por alguém que está de fora do mercado, sendo assim geradas de fora da ótica dos negócios, mas acredito que não devem ser descartadas, pois são opiniões de alguém que ama e procura entender os videogames e seu universo, inclusive o econômico, além de refletir opiniões expressas de boa parte da comunidade de jogadores e consumidores brasileiros. Se você gostar do texto, peço por favor que republique-o em seu blog, lista de discussão, fórum ou simplesmente envie ou indique para um amigo seu. Dá minha parte, eu estarei encaminhando-o para a Tectoy e publicando-o nos locais que estiverem ao meu alcance. Sem mais, seguem as minhas “Dez Propostas Para o Zeebo“, e você é convidado a discuti-las e apresentar algumas que eu não tenha lembrando. Vamos transformar essas Dez em Dezenas, se necessário:

Dez Propostas para o Zeebo

10 – Jogos Musicais – Abordaremos a questão do Foco no 2 colocado de nossa lista, mas no momento é suficiente especular: Porque a guitarra que foi lançada recentemente para o Megadrive 4, para ser usada com o jogo Guitar Idol, não é lançada, junto com o mesmo game, para o Zeebo? E digo mais: Ampliando o campo da sugestão, seria uma bola dentro que, de tempos em tempos, edições temáticas do jogo, a preços razoáveis e aproveitando a maior capacidade sonora do console, fossem lançadas. Que tal um Guitar Idol Mamonas Assassinas, Raimundos, Angra, e porque não, Calypso (compra quem quer!)? Ou Guitar Idol MPB, Rock Nacional, Anos 80, etc e etc? Fora que, assim, as versões mobile dos consolidados Guitar Hero e Rock Band poderiam ser satisfatoriamente portados para o Zeebo.

9 – Aplicativos – E por que não? O Zeebo tem três fantásticas portas USB e um leitor de SD prontos para serem utilizados, À partir daí, cameras podem ser ligadas, imagens carregadas, música e texto, todos prontos para serem trabalhados em editores de texto, de imagens, vizualisados em leitores de PDF, imagens e quadrinhos, ou tocados e assistidos em players, isso pra ficar nos aplicativos mais comuns e solicitados. Mas a imaginação é o limite, e podemos divagar bem mais longe, de mensageiros instantâneos a editores de jogos.

8 – Ousadia – Sou só eu, ou falta mesmo ousadia nesse início de empreitada do Zeebo? Após tantas promessas, o que vemos é uma entrada mais do que tímida no mercado. Apesar de bem representado no ambiente virtual de vendas, aqui em Brasília eu só consegui encontrar o Zeebo em uma grande loja de eletrônicos, e olha que eu procurei bastante. Além do que, ouvimos falar muito menos do console agora do que antes do seu lançamento… Do que o Zeebo está se escondendo? Aprece, menino!

7 – Incentivo ao desenvolvimento – A linguagem de desenvolvimento do Zeebo, a Zeebo SDK,  é distribuída gratuitamente, porém, salvo engano meu, ela funciona com base em outra linguagem, a BREW SDK, esta sim paga. Além diss, não fica muito claro como entrar em contato com a Tectoy, como apresentar os projetos ou se há necessidade de um Kit para testar os mesmos. Seria interessantíssimo o desenvolvimento e suporte de uma comunidade de desenvolvimento para o Zeebo, além de mais integração estúdios médios e grandes. Algo como a Apple Store ou X-Box Live. Assim, com mais apoio ao desenvolvimento, apoiado por parámetros claros de conteúdo, forma e preço, veriamos mais jogos exclusivos no console, provavelmente voltados a nossa realidade. Estúdios nacionais com vontade ou possibilidade para entrar nesse mercado não faltam, e temos online dezenas de exemplos de jogos que cairiam muito bem no console, com a possibilidade de terem preços dentro dos padrões que a plataforma exige.

6 – Redes Sociais – A grande tendência da internet, o coringa da Web 2.0., a grande revolução de nossa era. As redes sociais são uma realidade, e o Brasil abarçou em massa a idéia. É difícil um brasileiro com acesso a internet que não faça parte de duas ou mais redes sociais. Integrar o Zeebo e seus jogos a redes sociais já existentes, como o Orkut, o Twitter e o Facebook seria uma cartada de mestre. E, além disso, ampliar o conceito da loja virtual do console para uma rede social, já presente no PS3, Xbox 360 e, de certa forma, Wii. Desta “Zeebonet” exigiriamos ao menos o básico: Troca de mensagens, visualização de perfil, multiplayer, comparação de scores, troféus… O potencial atrativo de tudo isso é imensúravel. Implementar isso seria um esforço consideravel, mas valeria a pena. Mas, para que tudo fosse possível, também era necessário o acesso a Internet. O que nos leva ao próximo item…

5 – Internet – Acesso à Internet através da rede 3g dedicada do Zeebo. Tanto é possível que até já foi feito: No México, um dos maiores atrativos do console (que vem de fábrica com um teclado) é o acesso a Internet. Acessar a rede para comprar e baixar os jogos continuaria de graça, e poderia se criar planos de acesso com preços justos e competitivos. O apelo para a venda do aparelho cresceria absurdamente, pois o mesmo se tornaria uma opção barata para a parcela de brasileiros que não possuí um acesso tão fácil a Internet e suas facilidades.

4 – Cumprir promessas – Muita informação é espalhada à respeito da plataforma, principalmente no tocante aos futuros lançamentos, porém nada saí do plano das idéias. Que as informações divulgadas para a comunidade sejam fiéis à realidade, e mesmo as previsões devem ser tratadas com mais cautela. Ora, boa parcela do público não sabe se é verdade e ainda espera a confirmação das conversões de clássicos de Dreamcast para o Zeebo. Outra promessa seria que, antes do período de festas, a biblioteca do Zeebo estaria na casa dos 40 jogos, que passaram a 30 e, no entanto, ainda se encontra nos mesmos títulos. E o promissor Zenonia, cuja revisão está prometida para “breve” há um período muito grande de tempo?  Ou dizer que o plano para o mesmo é bater de frente com o Playstation 2 quando a base do Zeebo ainda é pífia, e nada se faz a respeito? Vamos arcar com o combinado, e combinar só o possível…

3 – Marketing – Será que não é concenso que o investimento massivo em publicidade, ainda mais nessa época do ano, seria peça fundamental para o sucesso do console? Marketing tradicional, em revistas e veículos especializados, e Marketing Informativo: Nos, que nos interessamos por videogame, temos toda a informação sobre a potência e o modus ooperandi do Zeebo, mas o grande público não. Além do que, o público “hardcore” está sempre pronto a criticar, erroneamente, em meu ponto de vista,  a pouca capacidade do console. Hora, uma campanha informativa de peso, ressaltando as vantagens e o real escopo do console, pode diminuir o preconceito de muita gente que “entende”, além de esclarescer os leigos. É lógico que o Zeebo é mais fraco que o PS3, por exemplo, mas convém falar do preço baixo dos jogos, da não-pirataria, dos recursos possíveis, e deixar claro que o Zeebo é uma alternativa dentro do mercado. E, voltando ao marketing tradicional, todo gamer sabe como é bom ver um comercial de videogames na televisão: Todo mundo tem alguma lembrança nostálgica a esse respeito. E, hoje em dia, com o advento dos blogs, twitter e outras redes informais de informação, um comercial televisivo é ecoado e potencializado. O que nos lembra do marketing viral, que, quando bem feito, eleva a visibilidade de um produto as álturas… E que tal crianças gritando “Zeebo! Zeebo!” no Bom Dia e Compania? Ou ainda, um mascote realmente carismático para o console? E, convenhamos, nada de sacis ou curupiras, não precisamos disso e sabemos que essa xenofobialização não funciona… Muito melhor lembrar da força cômica de um Pepsiman ou Segata Sanshiro, por exemplo. Fico pensando em anúncios do Zeebo martelados incansavelmente por um Fredy Mercury Prateado , Massacration ou um Sérgio Mallandro, em comerciais engraçados (ou engraçadinhos). Você pode não gostar desses exemplos, mas não pode negar o apelo de tais personagens junto ao grande público. Mas se a idéia for assim tão abominável, que se crie um mascote de verdade, com personalidade e carisma.

2 – Foco – Nós, que acompanhamos a Tectoy desde sua época áurea, as vezes não conseguimos compreender o pôrque da empresa continuar insistindo e insistindo em  reinvenções do MegaDrive e do Master System. Ora, a empresa já teve em mãos o Dreamcast e o Saturno, então porque não trabalhar com esses consoles? Ok, ok, não vamos ser levianos justo agora: Provavelmente existem razões mercadológicas envolvidas aqui, desconhecidas por nós, meros especuladores… Porém, vamos manter nosso foco (não é esse o tópico?), que é o Zeebo, e especular um pouco mais, levando em conta que a empresa detem o direito de lançamentos de muitos dos ótimos títulos da Sega. Ora, o foco atual da empresa é, ou pelo menos deveria ser, o Zeebo. Ela mesma saturou o mercado com versões e mais versões do MegaDrive e Master System, e continua fazendo isso, a despeito da atenção que deveria estar dando ao seu novo rebento, único com alguma chance de concorrer com as plataformas já consolidadas. (Segurem o “ismo”, lembre-se do que eu falei no tópico anterior, respire. O Zeebo é, sim, possível concorrente para o seu console, pelo menos em termos de mercado), ela continua insistindo na reciclagem e manutenção de videogames definitivamente ultrapassados. Então, não seria muito, mas muito mais interessante pegar os títulos a qual a empresa tem acesso e lançar para o próprio Zeebo? Que tal um pack de Sonic ou uma edição comemorativa com os antigos jogos do Mickey ou da Turma da Mõnica para o seu Zeebo? Fantático! Elimina-se a necessidade de lançar novos consoles velhos, e ainda volta os olhos dos saudosistas para o console novo! “E onde a gente via publicar os nossos próprios jogos (Corrida de Tampinhas, alguém?) daqui por diante?” - Pergunta a Tectoy. Ora, no Zeebo também, em pacotes! E aproveitem a deixa e a arquitetura favorável do console, e portem os ótimos jogos da Tectoy Mobile para o menino também! O que importae se desapegar do passado e voltar todos os olhos para o Zeebo! O que nos leva ao derradeiro trunfo para que este se torne um videogame forte, saudável e competitivo:

1 – JOGOS – Enfim, chegamos no ponto óbvio e ululante desse texto, o “detalhe” que já derrubou muitos consoles desde que os videogames foram inventados, e a razão do sucesso dos que a este alcançam: Os jogos! Daqui em diante vou até me repetir em alguns pontos, mas convém o reforço: Um videogamenão é nada sem jogos, e o Zeebo não será diferente. Ele precisa de jogos, muitos jogos! Jogos bons, jogos ruins, jogos clássicos, remakes (e vale aqui um elogio a versão de Double Dragon do console, que eu não sei se é um port, mas certamente é a versão mais bonita e completa que eu já vi!), originais, nacionais… Muitos jogos! Aproveitar o catalogo antigo da SEGA, incluíndo aí se possível Saturn e Dreamcast. Aproveitar a facilidade de conversão e adaptar (melhorando) ao hardware do Zeebo os jogos da Tectoy Mobile, e porque não de outras empresas. Dar suporte e subsídios para que os grandes e médios estudios desenvolvam para ele, além de facilitar que os independentes também o façam. Atrair e convencer os grandes estúdios para a plataforma. Oferecer os jogos que fazem sucesso com o grande público em grandes plataformas, além de jogos de nicho. Apresentar, além desses, jogos novos, divertidos, adaptados ao gosto nacional, apresentando ou não elementos ligados a nossa cultura, não importa! Há espaço para todos. Multiplayer, Single Player, Hardcore, Casual, Luta, Esporte, RPG, Puzzle, qualidade e quantidade, originais e conversões, grandes ou pequenos, 3D ou 2D… O Zeebo precisa de jogos, e essa é a aposta mais certa para o sucesso do console!


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Scribblenauts: O jogo mais revolucionário desta geração ?!

Written by Murak on 23/setembro/2009 – 13:08 -

Lançado a pouco tempo Scriblenauts tem atendido e superado as expectativas de milhares de gamers ao redor do globo. Se você não conhece este game, faço questão de fazer as apresentações.

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Imagine a seguinte situação: você tem que cortar uma árvore que está atrapalhando seu caminho. Como resolveria a situação? Cortando com um machado? derrubando com um carro? arrancando com um helicóptero? Motosserra? Terremoto?…
Em Scriblenauts você pode optar por qualquer uma destas opções e dezenas de outras. No game existem centenas de puzzles a serem resolvidos e a criatividade do jogador é quem determina como isso será feito, isto porque o personagem principal tem um caderno onde você escreve o nome do objeto e ele aparece no mundo do game. É íncrível ver como os personagens “invocados” interagem entre si. Experimente invocar demônio e um padre e veja o que acontece, daí de um cruz ao padre e perceba a alteração no resultado. Tem até o Rick Roll no game!
Algo em comum a todos os jogadores do game é justamente se interessar mais em brincar sem objetivo nenhum que resolver os puzzles em si. O jogo oferece tantas possibilidades que eu fiquei particularmente decepcionado com o jeito simplista que eu usei para resolver alguns puzzles.
Voltando ao título do post, eu criei algum tempo atrás um post aqui no Faca falando sobre a falta de jogos inovadores nesta geração, mas estes últimos meses tem revelado que a inovação está ai surgindo aos poucos bem diante dos nossos olhos. E quem diria que não seria nos consoles poderosos da MS ou da Sony e sim no portátil DS que surgiria um dos games mais inovadores dos últimos anos.


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Games e arte: Um palpite!

Written by Raphael Franck on 26/agosto/2009 – 18:36 -

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Arte feita por Gashi Gashi

É normal  discutir sobre algo chamado videogame arte. O assunto não virou novela (ainda). Mas o que realmente é necessário para um jogo ser considerado arte? Antes de responder essa pergunta, temos que considerar o fator cultural. Cultura pode ser definida como o modo de cultivar algo no decorrer do tempo, aquilo que faz parte das estruturas sociais que por sua vez envolve o processo de criação humana. Ou seja, toda manifestação artística, econômica, religiosa, política são manifestações culturais e do mesmo modo são as ações cotidianas.

O videogame obedece a esses padrões de cultura, pois em vários jogos podemos perceber características como elementos “simbólico-religiosos”, tanto no aspecto do design em si como em seu enredo. Isso é o suficiente para tornar os games arte? Então, temos a seguinte pergunta: O que é arte?

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Velhas notícias novas: Edição especial de Batman: Arkham Asylum chega ao Brasil com aquele precinho camarada

Written by Bruno Silva on 17/agosto/2009 – 16:41 -

Batman_EdColecionador

Empolgado com o novo Batman: Arkham Asylum, que sai na semana que vem?

Eu também. Pela demo, parece muito bem feito, com aquela jogabilidade meio stealth… tem tudo para fazer jus à fama do homem-morcego. Imagine então, com esse kit todo: o bumerangue igual ao do jogo, um encarte extra com informações sobre os personagens, DVD com gravação dos bastidores, galerias de design, vídeos, códigos pra download de mapas. Nada mal, né?

E por R$ 459,90, você compraria? É o preço anunciado pela NC Games, que vai trazer a versão de colecionador do jogo para o Brasil.

Se sim, caro aspira, os métodos para conseguir já foram bem descritos lá atrás, quando saiu o Street Fighter IV na terra brasilis.

Agora, vamos levar em conta, por exemplo, que a versão normal de Arkham Asylum esteja custando por volta de 249 reais. Retirando da edição especial o custo do disco e da caixinha do jogo, temos a módica quantia de 210 reais por todos os extras citados ali em cima. Muito legais, com certeza, mas valem todo o sacrifício de economias?

É um preço abusivo até em relação a edições especiais de outros jogos. A lancheira de Fallout 3, que vale tão a pena quanto essa (eu preferia ter um bobblehead do vault-boy decorando meu quarto do que um bat-arangue), custava menos de 400 reais.

Você compraria? Depois do salto, o release.

(Agradecimentos à xará, que editou esta foto em um momento que não pude. Valeu, Bruna Torres! =*)

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O que diabos fizeram com a inovação?

Written by Murak on 18/julho/2009 – 22:30 -

E mais uma geração de jogos surgiu e está próxima a alcançar a estabilidade, entretanto não posso deixar de notar que esta está sendo de longe a geração com jogos mais repetitivos e formulas exploradas e re-exploradas. A começar pelos primeiros consoles, desde a era 8 bits, passando pelos 16 bits e a revolução 3D das plataformas posteriores, tivemos excelentes games em todas estas plataformas e em praticamente todos os consoles.

É bem verdade que nos consoles atuais existem excelentes jogos, mas quando você tenta pensar em algum deles o que vem a mente? Street Fighter IV? Metal Gear Solid IV? ou o ainda inédito e promissor Final Fantasy  XIII? Resident Evil 5?  Vê os números no fim dos nomes dos games? São games excelentes, mas no quesito novidade, são meras continuações.

wolfstein02

Só nos primeiros anos de vida do PSone a exemplo surgiram inúmeras franquias consagradas, como Resident Evil e Metal Gear Solid, sem citar os jogos da Nintedo, como Ocarina of  Time, mas na  atual geração não existe nenhuma franquia que desperte tanta vontade aos jogadores quanto estas, não lancem pedras, mas tentem lembrar de ao menos um jogo que é tão importante atualmente quanto o primeiro Metal Gear foi para a geração dele.

Os consoles atuais e toda a sua potência estão sendo mal aproveitadas e direcionadas à estagnação do mercado, é isso que penso. Nada de novo acontece a muito tempo em relação aos jogos, e não é por falta de recursos, pois o Projeto natal e o revolucionário Wii estão ai pra mostrar isso.

Esta temporada ainda tem muito tempo em aberto, mas é certo que estamos vendo cada vez mais gráficos de babar e menos coisas diferentes. A palavra é esta: “diferente”. Não apenas fazer algo diferente, mas existem muitas ideias ainda a serem exploradas.

Se até na Literatura, que já é explorada a milênios, ainda vemos coisas inéditas ,  porque o mercado de games que tem apenas algumas décadas de vida deveria parar? Talvez porque a literatura jamais tenha sido um mercado, ou ao menos não começou como um.

É nestes momentos em que o comercialismo exarcebado começa a prejudicar completamente os games.

Mas esta é apenas a humilde opinião de um gamer que está começando a pensar que daqui a alguns anos irá jogar somente os clássicos.


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Acordo da Synergex com a Sony pode ‘diminuir’ o preço dos jogos de PS3, PS2 e PSP

Written by Bruno Silva on 17/julho/2009 – 20:29 -

Este dia sempre esteve no sonho dos gamers brasileiros. Entrar em uma grande loja de varejo, olhar na prateleira jogos como Assassin’s Creed, Final Fantasy XIII, Resident Evil 5 e GTA IV a preços que não vão causar um rombo de um tamanho de um meteoro na sua carteira/conta bancária caso você decida comprá-los. Com o anúncio de hoje, ter uma prateleira de jogos como a daí de cima e não ser um milionário deixou de ser um pouquinho menos um sonho e um pouquinho mais uma realidade, mas há um porém. Sempre há um porém.

Resumindo os fatos: a Synergex, distribuidora canadense de jogos que já está atuando há um tempinho aqui no Brasil, entrou em um acordo com a Sony para produzir e distribuir jogos de PS2, PS3 e PSP no país. Como os jogos serão produzidos em território nacional, terão menos impostos do que os jogos importados. O jornal Valor Econômico de hoje prevê um corte de 25 a 30% no preço dos jogos.

Mas o quanto esses números significam no valor dos jogos? Por exemplo, vejamos Mirror’s Edge, distribuido pela Synergex no Brasil. Levando em conta um preço médio de R$ 260, mesmo com o corte de preço, o valor cai para algo em torno de R$ 180 reais. É claro que ninguém pode reclamar no corte de preço dos jogos, mas é inegável que, mesmo com esse corte, o preço ainda está bastante inacessível para boa parte dos jogadores. Para se ter uma comparação, os jogos de Xbox 360 distribuidos pela Synergex tem um preço em torno do novo valor dos jogos de PS3.

Então, vamos festejar sim, mas é sempre bom ter na cabeça que agora, os jogos de PS3 deixarão de ser ‘caríssimos’ para se tornarem apenas ‘caros’. Melhorou, mais ainda pode ficar melhor. Como? Cortando mais impostos de importação. Isso já estamos carecas de tanto saber.


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Novo “Black Wii” e o lado sombrio da força!

Written by Sir Alain de Paula on 14/julho/2009 – 13:09 -

Mas que beleza! Francamente não gostei muito, gosto do Wii porque é o “branquinho que se destaca”, mas vendo por outro ângulo não ficou lá tão ruim na opinião de muitos, mas aos meus olhos não agrada. E como muitos comentaram, parece muito com a versão branca, impressionante! Só que é preta! MEIO ÓBVIO, NÃO (adoro notícias que enchem a linguiça)!

blackwii

Que planos será que a Nintendo tem com isso? Descendo a faca no console conseguimos (começar a) compreender. Talvez o Wii branquinho tenha uma aparência mais de docinho de coco que passa a idéia de um console para moleques ou vovós (aliás um público que anda crescendo bastante no console!). Deixando ele preto o deixa com uma aparência de algo que saiu de uma loja de grife, ou ainda que seja atrativo para um adolescente cheio de espinhas na testa que gosta da Alienware.

Quer outro bom exemplo de como deixar as coisas mais pretas traz essa certa seriedade e deixa a coisa mais misteriosa, cheia de estilo e chique? Segura essa, aspira!

blackwii2


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