Jogo bom e desconhecido que ninguém conhece!

Written by Knuckles Dark on 9/junho/2010 – 14:34 -

Olá. Passei por aqui rapidinho rapidinho para mostrar uma pequena pérola que ficou um tanto enterrada a oitenta mil pés no fundo do mar e passou despercebida esquecida no mundo gamer.

Zone of The Enders: The Second Runner chame de ZOE 2, o nome é muito comprido e talvez por isso o jogo não seja tão conhecido é um jogo idealizado por nada menos que Deus, o maior, o gênio Hideo Kojima (Sim, o mesmo cara que você deve agradecer todo santo dia por Metal Gear Soild existir) e é impossível não ver as semelhanças desse game com a série MGS.

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O Mundo perdido do NeoGeo especial: NeoGeo 20 anos

Written by Murak on 3/maio/2010 – 17:50 -

Familia NeoGeo não vai deixar barato!

Os vinte anos do NeoGeo

Há vinte anos a SNK lançou seu sistema para arcades que deixaria sua marca na história dos videogames. Com dezenas de títulos clássicos o NeoGeo está presente na memória de todos os gamers que curtem jogar arcade games.

Se você frequentava Fliperamas na década de 90, sabe bem como eram ruins aqueles lugares apertados com motoboys em final de expediente, fumaça de cigarro e moleques do bairro, daí a conveniência deste sistema. O NeoGeo usava cartuchos dentro das máquinas de Arcade para rodar os games e permitia na época colocar até 6 jogos diferentes em uma única máquina.

Games clássicos como Fatal Fury, Samurai Shodown e King of Fighters nasceram nesta plataforma. Não é novidade que os jogos de luta eram o principal destaque no NeoGeo tanto em sua versão caseira quanto nos arcades.

NeoGeo CD


O NeoGeo CD surgiu em 1994 afim de solucionar o problema do alto preço dos cartuchos. E de fato os games do console eram baratos além disso o videogame rodava CDs de audio. O console durante sua vida útil, teve vários títulos exclusivos além dos inúmeros jogos de luta que a SNK lançava para ele, e, até mesmo, um RPG spin off da série Samurai Spirits. Infelizmente o console também tinha seus defeitos. Em destaque ficava o problema dos loadings demorados ocasionados pelas limitações técnicas do console.

Hyper NeoGeo

em 1997 o Hyper Neo-Geo 64 foi lançado para dar suporte de gráficos tridimensionais a plataforma. Afim de competir com consoles como o Playstation, Sega Saturn e Nintendo 64 que na época dominavam o mercado. O sistema, entretanto não emplacou e dois anos depois, apenas sete jogos haviam sido lançados para ele, sendo que os fãs da SNK rejeitaram todos eles.

NeoGeo Pocket

Apesar do fracasso do Hyper NeoGeo, o ciclo ainda não estava completo, já que havia ainda um mercado em que o NeoGeo não havia tentado a sorte ainda: O dos portáteis. E foi em 1998 que o Neogeo Pocket, surgiu no Japão. Pouco tempo depois foi substituído pelo NeoGeo Pocket Color, mas não se pode dizer que o portátil foi um sucesso de vendas. Apesar disto a lista de jogos do portátil foi até grandinha beirando os 90 games, entre eles figuravam títulos das franquias KOF, Metal Slug, Samurai Shodow e até um jogo do Sonic.

The King of Fighters

Foi no NeoGeo que nasceu a série The King of Fighters. O jogo é o rival direto da franquia mais famosa entre os games de luta : Street Fighter. Quando surgiu, KoF inovou os sistema típicos de jogos de luta com combos bem mais complexos que seu rival. A partir daí KoF criou sua própria legião de fãs. Pode-se dizer que existem dois tipos de fãs de jogos de lutas basicamente, os fãs de KoF e os fãs de Street, e estes muitas vezes se confrontam em argumentos para defender qual é o melhor. O importante é que graças a esta rivalidade tanto a SNK quanto a Capcom tendem a querer melhorar cada vez mais seus jogos, e quem joga consegue notar que as duas franquias evoluíram juntas, uma pegando algo emprestado da outra aqui e ali.

Longa vida ao NeoGeo

O NeoGeo ainda está na ativa em milhares de fliperamas do país. Seja em emuladores baratos transportados para arcades, seja em arcades antigos que adotavam a plataforma. O NeoGeo fez muito sucesso, e tomou fichas de muita gente, seja em games de plataforma, shooters ou em seus tantos títulos de jogos de luta. Gêneros que a SNK aprimorou ao longo dos anos. Claro que o neogeo também teve seus jogos bizarros, que iam desde competições de queimada a games de luta com atores de Kabuki, no entanto, o que seria de um console sem seus jogos “diferentes” para causar umas boas risadas entre os jogadores. Viva os vinte anos do NeoGeo!

Bom, minhas fontes de informação foram sites norte-americanos, fóruns de games de luta e memórias de infância e adolescência, espero que me desculpem se fui impreciso em algum ponto e que tenham apreciado o texto.


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Vá para o Inferno com o Portátil abençoado

Written by Wallace "Wakko" Morais on 29/março/2010 – 20:59 -

[ Comentário do Mancha:Lembra quando eu falei que tínhamos novos integrantes na equipe? Pois bem, este é o segundo caveira a vestir o uniforme preto e começar a subir o morro escrever pra vocês: Wakko, o nosso designer de games piritubano! Garanto que vocês vão rolar de rir com o bom humor dele! E não achem que acabou por aí, ainda tem mais gente pra estrear! ]

Olho para o lado, olho para o outro…e noto que esta não é a tela de edição que eu estou habituado.

Olá, caro leitor do Faca no Console! Meu nome é Wallace Morais, e carrego a alcunha de Wakko, u Piritubano. Mas você pode me chamar de Garoto, Tio, Hey, Ow Maluco, Ow Bicho Feio… ou qualquer outro nome que a sua imaginação lhe permitir.

Minha visão nos posts poderá ser um pouco técnica, pelo fato de eu ser um Game Developer, então o que o mundo de repente pode achar ruim, eu posso tentar ver os lados positivos, pois otimismo é o meu nome do meio.

E desculpem os palavrões… Piritubano é outra história. Mas cliquem no salto e vamos falar sobre esse jogo da EA que manda você pro inferno…. literalmente.

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Por que raios Pokémon ainda bomba por aí?

Written by Sir Alain de Paula on 22/março/2010 – 00:17 -

pokemon01Não vou ser hipócrita. Quando comprei meu Nintendo DS o primeiro jogo que joguei foi New Super Mario Bros. O segundo foi Pokémon Diamond.

Vi a época da geração Pokémon se consolidar, e o mais bizarro é que essa consolidação continua até hoje. Joguei a Red e Silver, fazia algumas estratégias bacanudas pra ganhar dos meus amigos e era meio imbatível até com meu grande Tyranitar. Fiquei fora das versões Ruby/Sapphire/Emerald, mas botei as mãos nas novas versões com a compra do meu Nintendo DS.

Vejo que existe algumas receitas importantes, coisas básicas, que destroem trilhões de franquias por aí. Vamos nomear os bois então:

1. Signos característicos que nunca mudam (ou “como sempre uma coisa é sempre a mesma coisa”)
Liguei o jogo e dei New game. Escolhi meu sexo, pus meu nome, e tive aquela explicação rápida do que é o mundo Pokémon. Acordei no meu quarto, falei com minha mãe, acabo tendo um encontro com o professor, escolho meu primeiro Pokémon e vou andar pelo mundo. É a mesma receita desde Pokémon Red/Blue/Green, os primeiros lá da década dos tiranossauros.

pokemon022. Sempre adicione, nunca retire. (ou “como aquelas coisas que o povo adora sempre persistem”)
Lembra da bicicleta? Ela sempre tá em todos os jogos, e sempre aparece com uma música irritante diferente no fundo. Desde essa da primeira geração, até essa das últimas versões. A diferença é que eles adicionaram marchas, e até umas botas iradas pra você usar nos locais que não pode dar umas pedaladas. Achou o exemplo muito vago? Gosto muito dos “acessórios”. Na época que jogava a Silver tinha o Pokégear, que tinha Rádio, telefone e algumas outras coisas inúteis. Nas novas tenho uma versão melhorada, o Pokétch (e não, não me venha com piadinhas trocando o “p” pelo “b” e falando da Twittess do BBB), com hora (que deixo sempre, afinal sempre perco a hora jogando isso…) e mais algumas coisas também inúteis, exceto um comparador de tipos de Pokémon, pra saber qual tipo ganha do qual, pra simular na hora da batalha.

3. Clichês SEMPRE funcionam. (ou “como uma história bobinha faz você ficar com medo de um mero Pikachu”)
Me recordo até hoje quando a Equipe Rocket dominou a Torre de Rádio de Goldenrod com seus “atos terroristas”. Ou também quando sequestraram o dono da Silph Co. Se você acha isso meio bobo, é porque não viu o Team Galactic, e me pergunto o que essas crianças andam vendo por aí. É quase um Talibã, com algum líder obscuro que usa um tipo de Pokémon apelativo. Você se sente quase que um carinha do filme da Bigelow, que aliás eu baixei e não assisti ainda. É bom?

pokemon034. Invista nos detalhes (ou “como aquela porta da cidade que você não viu na verdade escondia algo tão importante e nunca reparei”)
Sempre tiveram uns detalhes muito bacanas no jogo. Na primeira geração não tinha tanto, mas na Silver investiram bastante. Seus bichos tinham felicidade, de acordo até com o que você recuperava os status deles. Isso evoluiu pra uma cadeia de coisas que medem a beleza, esperteza e até fofura do seu Pokémon. Antes tinham umas Pokébolas que você tinha que fazer pegando uns itens chamados “Apricorns”. Agora você tem mais opções ainda (até uma que tem mais chance de pegar por número de rodadas da luta) aumentando ainda mais a chance de pegar algo e a diversão da coisa toda.

Resultado? Joguei Diamond do jeito que jogava a Red, me senti em casa. Acho esse um diferencial interessante, uma receita básica de game de sucesso que poucos conseguem absorver e transmitir tão bem como Pokémon. Talvez seja por isso que seja uma das franquias de maior sucesso no mundo – mesmo tendo ao mesmo tempo trilhões de pessoas que têm também um imenso preconceito contra o game.

O game é o game, o anime é o anime. Ponto final!


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Review – Halo o Graphic Novel

Written by Raphael Franck on 2/novembro/2009 – 00:40 -

Halo em Graphic Novel é tão bom quanto no seu Xbox
Halo em Graphic Novel é tão bom quanto no seu Xbox

Nunca é tarde para se fazer um review não é? Então, antes que alguém pense, “o Faca virou um blog sobre quadrinhos?” Não, porém não posso deixar de comentar as mais belas adaptações do mundo dos games nessa intangível arte (esperem então eu postar mais sobre HQ’s de games).  Antes de qualquer coisa não sou um especialista em Halo. Mas, nada que um pouquinho de estudo não nos faça ficar entrosado com o universo do game. A série da Bungie Studios gerou seqüências, livros e outros artigos de deixar qualquer fã enlouquecido. E Halo Graphic Novel é mais um desses itens que qualquer fã gostaria de ter. Ok, você não precisa ser fã para ter, mas no mínimo gostar de videogame, pois, dificilmente, alguém que não esteja familiarizado com a maravilhosa hipermedia chamada videogame terá interesse no graphic novel da Bungie com parceria da Marvel. Essa parceria deu tão certo que depois saiu uma série de quadrinhos intitulados Halo: Uprising, mas isso já assunto para outro post.

Em "escapando da quarentena" mostra a arte magnífica de Tsutomo Nihei.

Em "escapando da quarentena" mostra a arte magnífica de Tsutomo Nihei.

O universo de Halo é basicamente a luta da humanidade contra os Covenant.(isso é o pano de fundo não se engane a história de Halo é muito mais elaborada e complexa)E o “romance gráfico”  vem ilustrar, ampliar , diversificar e propor uma outra perspectiva ao universo de Halo, pois até então não se tinha idéia de alguns fatos, ou simplesmente não foram discutidos nos jogos.

 A arte inconfundível Moebius

A arte inconfundível Moebius

São quatro histórias que compõe o volume:

“A última viagem da infinite succor” é a abertura do GN (Graphic Novel) o enredo ficou a cargo de Lee Hommock com arte de Simon Bisley, o acontecimento desse primeiro capítulo trata de um chamado de emergência leva os Convenat ao sistema de Threshold, conta ainda  a origem do Comandante das SpecOps, Rtas ‘Vadumee. Todos aqui vão vibrar e perceber como a Flood pode ser perigosa e da mesma forma vão entender como é que os Convenat trabalham.

Já o segundo capítulo, Testando armaduras, é rápido e direto, com roteiro de Joy Foeber, arte de Ed Lee e Andrew Robinson. Aqui somos apresentados como é feito o treinamento de um Spartan e de sua armadura.

O terceiro capítulo, Escapando da quarentena, expande o universo da história de Halo. A fuga do Sargento Johnson da Flood. O responsável por essa parta do GN é Tsutomu Nihei, e não vá pensando que você irá encontrar aqui um estilo mangá estereotipado, pelo contrário,Nihei prova ser um artista de múltiplo traço.

O último episódio de Halo Graphic Novel é contado por Brett Lewis e ilustrado pelo lendário artista francês  Jean”Moebius” Giraud.  O capitulo – O segundo  amanhecer em nova Mombasa – retrata a vida da cidade africana antes de ser destruída pelos Conveant e a luta dos civis para salva-lá.

imagem

Como adendo a revista com vários textos explicativos antes e no final de cada capítulo, ainda tem uma galeria repleta de belas imagens criadas especialmente para essa obra, onde inclui vários artistas como: Doug Alexander, Rick Berry, Scott Fisher, Sterling Hundley, Tsutomu Nihei entre outros.

Certamente alguns podem criticar o trabalho, pois as histórias não são ligadas entre si, porém é obvio que todo esse trabalho foi dedicado aos fãs de Halo. Com certeza é um produto indispensável aos fãs da franquia. Halo Graphic Novel foi lançado pela Panini no Brasil em formato americano, 132 páginas, papel couchê por R$ 19,90.

MCPO por Eddie Smith. Ilustração presente no graphic novel

MCPO por Eddie Smith. Ilustração presente no graphic novel


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Scribblenauts: O jogo mais revolucionário desta geração ?!

Written by Murak on 23/setembro/2009 – 13:08 -

Lançado a pouco tempo Scriblenauts tem atendido e superado as expectativas de milhares de gamers ao redor do globo. Se você não conhece este game, faço questão de fazer as apresentações.

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Imagine a seguinte situação: você tem que cortar uma árvore que está atrapalhando seu caminho. Como resolveria a situação? Cortando com um machado? derrubando com um carro? arrancando com um helicóptero? Motosserra? Terremoto?…
Em Scriblenauts você pode optar por qualquer uma destas opções e dezenas de outras. No game existem centenas de puzzles a serem resolvidos e a criatividade do jogador é quem determina como isso será feito, isto porque o personagem principal tem um caderno onde você escreve o nome do objeto e ele aparece no mundo do game. É íncrível ver como os personagens “invocados” interagem entre si. Experimente invocar demônio e um padre e veja o que acontece, daí de um cruz ao padre e perceba a alteração no resultado. Tem até o Rick Roll no game!
Algo em comum a todos os jogadores do game é justamente se interessar mais em brincar sem objetivo nenhum que resolver os puzzles em si. O jogo oferece tantas possibilidades que eu fiquei particularmente decepcionado com o jeito simplista que eu usei para resolver alguns puzzles.
Voltando ao título do post, eu criei algum tempo atrás um post aqui no Faca falando sobre a falta de jogos inovadores nesta geração, mas estes últimos meses tem revelado que a inovação está ai surgindo aos poucos bem diante dos nossos olhos. E quem diria que não seria nos consoles poderosos da MS ou da Sony e sim no portátil DS que surgiria um dos games mais inovadores dos últimos anos.


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O mundo perdido do NeoGeo: Fighting Games Part III- Kabuki Klash

Written by Murak on 15/agosto/2009 – 00:41 -

Saudações aspiras. Voltei para completar mais um capítulo das “crônicas dos esquecidos”.  Há muito tempo atrás em uma plataforma muito distante, desconhecida da geração pleisteichon dois, jogadores de GTA e gamers criados a wii sports e leite com pêra…

kabuki clash 1

….Kabuki Klash surgia.  Antes de mais nada vou passar as informações básicas do jogo: Lançado em 1995 pela SNK, em uma época em que a SNK investia na produção em massa de Fighting Games, surgindo títulos como Art of Fighting, Fatal Fury, KoF e outros de menor importância, Kabuki Klash foi mais um em meio a tantos títulos.

Kabuki é aquele teatro japonês dramático, em que os atores usam maquiagem no rosto, quase como se estivessem usando mascaras. Não espere uma grande profundidade na trama, personagens bem trabalhados ou sequer saber o que é Kabuki ao jogar este game. Sorte da SNK que quase ninguém liga muito pra história em jogos de luta…

kabuki clash 2

O interessante neste game é que existem vários itens no jogo que surgem aleatoriamente, como veneno, bolinhos de arroz que recuperam sua energia (todo mundo sabe que no meio de uma luta contra atores de teatro o ideal é um bolinho de arroz pra ficar curado), itens que aumentam seu ataque e defesa e até mesmo uma casca de banana onde os personagens escorregam.

Outra coisa interessante é que a barra do ataque especial (magic) enche sozinha, então não é preciso carregar ela dando golpes, existe também um item pra carregar a barra.

No geral é um jogo B que a SNK deve ter produzido pra aumentar sua biblioteca de games, me admira que este jogo tenha vindo ao ocidente, já que não é nenhuma pérola, enquanto jogos famosos lá pela terra do sol nascente jamais visitaram estas bandas.


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O mundo perdido do NeoGeo: Fighting Games Part II- Waku Waku 7

Written by Murak on 27/julho/2009 – 14:01 -

facanoneogeo

E aqui estou eu de volta, dando continuidade a mais uma capítulo da saga dos games ignorados, pouco conhecidos ou enterrados no quintal junto com os Atari 2600 consoles que se ligavam na entrada UHF/VHF da sua TV!

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Waku Waku Seven é um game um pouco mais popular, fez algum sucesso no Neo Geo e é um dos melhores títulos para o mesmo (chegou até a receber um port para o Saturn). O roteiro é parecido com o de um anime de caras loiros de cabelo em pé famoso aqui no ocidente, vejamos se reconhecem: existem sete eseferas mágicas e quem possuir as sete terá seu desejo realizado. E aí? algum palpite?

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Claro que isso é mais do que motivo para porrada. O destaque neste game fica a cargo dos personagens e seus golpes bizarros. Vou apresenta-los a alguns deles:

Bonus Kun: O saco de pancadas do chefão Rowe do jogo Galaxy Fight. Sim! Ele é um saco de pancadas que luta e… faz cosplay de Ryu.

Tesse: A empregada robô que usa seus instrumentos de trabalho para lutar. O interessante é que um dos golpes dela é jogar um objeto aleatório no adversário.

Politank-Z: Um tanque de guerra controlado por um velho (que mais parece o Wario) que atira bombas e … bom vou deixar pra que vocês confiram no jogo.

Fernandez: Uma grande bola preta com asas. Não saberia descrever isto de outra forma, e quando o virem também vão entender o porquê.

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Várias possibilidades surgem deste hospício jogo, no qual não existe um personagem normal sequer.

O resultado é um jogo cheio de sátiras a outros games de luta e estereótipos de animes. Este está até hoje na minha lista de “games para reunir os amigos e jogar nos fins de semana”. Pra quem já jogou vale a pena relembrar, pra quem nunca ouviu falar, ainda é tempo de variar a jogatina.

Altamente recomendável.

Pra fechar, um vídeo que mostra um pouquinho do game:


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O mundo perdido do NeoGeo: Fighting Games Part I- Galaxy Fight

Written by Murak on 25/julho/2009 – 18:09 -

facanoneogeo

Começarei aqui a criar as crônicas de games esquecidos perdidos ou jamais vistos em terras tupiniquins, conhecidos por poucos, e as vezes somente pela terra do sol nascente, estes games para Arcade e NeoGeo. Alguns deles foram esquecidos injustamente, pois esbanjam qualidade, outros merecidamente por serem verdadeiras pérolas do tosco, algo que só poderia ser criado a partir do cruzamento de Superman 64 e Atari E.T. the extraterrestrial. E o primeiro escolhido será Galaxy Fight.

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Lançado para Neogeo, Arcade e Saturn, meu primeiro contato com este game foi através do popular arcade conhecido pelo vulgo de “bola preta”. Enquanto todos os outros jogavam KOF, Street Fighter e Samurai Shodown, eu já estava um pouco enjoado desta rotina e decidi experimentar aquele estranho jogo com personagens um tanto diferentes.

Depois via Google descobri que foi o primeiro jogo de luta da Sunsoft. Quem é familiar ao Neo Geo sabe que nele os jogos de luta reinam absolutos em inúmeros títulos diferentes.

Algo peculiar a este jogo é que ele tem apenas  3 botões de ataque e não 4 como o de costume, o quarto botão é o de provocação. A jogabilidade não destoa tanto dos jogos costumeiros com seus “hadoukens”, “shouryukens” e vários combos.

Confira no video alguns combos do jogo:



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Retro-Reviews! Super Mario World

Written by Raphael Franck on 20/julho/2009 – 02:22 -

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Quem nunca terminou Super Mario World atire a primeira pedra (será que existe essa possibilidade?). O título mais famoso do Super Nintendo, pois todos conhecem o Mario somente pelo fato de ele sair pegando muita gente atrás do armário (tudo bem! essa foi sem graça). Mas como recordar é viver (outra frase clichê ¬¬), com certeza  esse tal de Mario,  lançado junto com o console de 16 bits da Nintendo, fez a cabeça de muita gente por aqui. Read more »


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