Archive for the ‘Reviews’ Category
Review – Halo o Graphic Novel
Written by Raphael Franck on 2/novembro/2009 – 00:40 -
Nunca é tarde para se fazer um review não é? Então, antes que alguém pense, “o Faca virou um blog sobre quadrinhos?” Não, porém não posso deixar de comentar as mais belas adaptações do mundo dos games nessa intangível arte (esperem então eu postar mais sobre HQ’s de games). Antes de qualquer coisa não sou um especialista em Halo. Mas, nada que um pouquinho de estudo não nos faça ficar entrosado com o universo do game. A série da Bungie Studios gerou seqüências, livros e outros artigos de deixar qualquer fã enlouquecido. E Halo Graphic Novel é mais um desses itens que qualquer fã gostaria de ter. Ok, você não precisa ser fã para ter, mas no mínimo gostar de videogame, pois, dificilmente, alguém que não esteja familiarizado com a maravilhosa hipermedia chamada videogame terá interesse no graphic novel da Bungie com parceria da Marvel. Essa parceria deu tão certo que depois saiu uma série de quadrinhos intitulados Halo: Uprising, mas isso já assunto para outro post.
O universo de Halo é basicamente a luta da humanidade contra os Covenant.(isso é o pano de fundo não se engane a história de Halo é muito mais elaborada e complexa)E o “romance gráfico” vem ilustrar, ampliar , diversificar e propor uma outra perspectiva ao universo de Halo, pois até então não se tinha idéia de alguns fatos, ou simplesmente não foram discutidos nos jogos.
São quatro histórias que compõe o volume:
“A última viagem da infinite succor” é a abertura do GN (Graphic Novel) o enredo ficou a cargo de Lee Hommock com arte de Simon Bisley, o acontecimento desse primeiro capítulo trata de um chamado de emergência leva os Convenat ao sistema de Threshold, conta ainda a origem do Comandante das SpecOps, Rtas ‘Vadumee. Todos aqui vão vibrar e perceber como a Flood pode ser perigosa e da mesma forma vão entender como é que os Convenat trabalham.
Já o segundo capítulo, Testando armaduras, é rápido e direto, com roteiro de Joy Foeber, arte de Ed Lee e Andrew Robinson. Aqui somos apresentados como é feito o treinamento de um Spartan e de sua armadura.
O terceiro capítulo, Escapando da quarentena, expande o universo da história de Halo. A fuga do Sargento Johnson da Flood. O responsável por essa parta do GN é Tsutomu Nihei, e não vá pensando que você irá encontrar aqui um estilo mangá estereotipado, pelo contrário,Nihei prova ser um artista de múltiplo traço.
O último episódio de Halo Graphic Novel é contado por Brett Lewis e ilustrado pelo lendário artista francês Jean”Moebius” Giraud. O capitulo – O segundo amanhecer em nova Mombasa – retrata a vida da cidade africana antes de ser destruída pelos Conveant e a luta dos civis para salva-lá.
Como adendo a revista com vários textos explicativos antes e no final de cada capítulo, ainda tem uma galeria repleta de belas imagens criadas especialmente para essa obra, onde inclui vários artistas como: Doug Alexander, Rick Berry, Scott Fisher, Sterling Hundley, Tsutomu Nihei entre outros.
Certamente alguns podem criticar o trabalho, pois as histórias não são ligadas entre si, porém é obvio que todo esse trabalho foi dedicado aos fãs de Halo. Com certeza é um produto indispensável aos fãs da franquia. Halo Graphic Novel foi lançado pela Panini no Brasil em formato americano, 132 páginas, papel couchê por R$ 19,90.
Tags: A última viagem da infinite succor, Andrew Robison, Brett Lewis, Bungie, Bungie Studios, Covenant, Craig Mullins, Cultura, Doug Alexander, Ed Lee, escapando da quarentena, Flood, Geof Dorrow, George Pratt, Graphic novel, greg Staples, halo, Halo 2, Halo 3, Halo Graphic Novel, halo legends, Halo odts, Halo Uprising, HQ's, Jean Moebius Giraud, John 117, John Van Fleet, Juan Ramirez, Justin Sweet, Kent Williams, Lee Hommock, Marvel, Master Chief, MCPO, Microsotf, Moebius, o segundo amanhecer em nova Mombasa, Panini., Revistas, Rick Berry, Rtas' Vadumee, Sargento Johnson, Scott Fischer, Simon Bisley, Spartan, SpecOps, Sterling Hundley, testando armaduras, Threshold, Tsutomu Nihei
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Scribblenauts: O jogo mais revolucionário desta geração ?!
Written by Murak on 23/setembro/2009 – 13:08 -Lançado a pouco tempo Scriblenauts tem atendido e superado as expectativas de milhares de gamers ao redor do globo. Se você não conhece este game, faço questão de fazer as apresentações.

Imagine a seguinte situação: você tem que cortar uma árvore que está atrapalhando seu caminho. Como resolveria a situação? Cortando com um machado? derrubando com um carro? arrancando com um helicóptero? Motosserra? Terremoto?…
Em Scriblenauts você pode optar por qualquer uma destas opções e dezenas de outras. No game existem centenas de puzzles a serem resolvidos e a criatividade do jogador é quem determina como isso será feito, isto porque o personagem principal tem um caderno onde você escreve o nome do objeto e ele aparece no mundo do game. É íncrível ver como os personagens “invocados” interagem entre si. Experimente invocar demônio e um padre e veja o que acontece, daí de um cruz ao padre e perceba a alteração no resultado. Tem até o Rick Roll no game!
Algo em comum a todos os jogadores do game é justamente se interessar mais em brincar sem objetivo nenhum que resolver os puzzles em si. O jogo oferece tantas possibilidades que eu fiquei particularmente decepcionado com o jeito simplista que eu usei para resolver alguns puzzles.
Voltando ao título do post, eu criei algum tempo atrás um post aqui no Faca falando sobre a falta de jogos inovadores nesta geração, mas estes últimos meses tem revelado que a inovação está ai surgindo aos poucos bem diante dos nossos olhos. E quem diria que não seria nos consoles poderosos da MS ou da Sony e sim no portátil DS que surgiria um dos games mais inovadores dos últimos anos.
Tags: ds, lançamento, nintendo, scriblenauts
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O mundo perdido do NeoGeo: Fighting Games Part III- Kabuki Klash
Written by Murak on 15/agosto/2009 – 00:41 -Saudações aspiras. Voltei para completar mais um capítulo das “crônicas dos esquecidos”. Há muito tempo atrás em uma plataforma muito distante, desconhecida da geração pleisteichon dois, jogadores de GTA e gamers criados a wii sports e leite com pêra…

….Kabuki Klash surgia. Antes de mais nada vou passar as informações básicas do jogo: Lançado em 1995 pela SNK, em uma época em que a SNK investia na produção em massa de Fighting Games, surgindo títulos como Art of Fighting, Fatal Fury, KoF e outros de menor importância, Kabuki Klash foi mais um em meio a tantos títulos.
Kabuki é aquele teatro japonês dramático, em que os atores usam maquiagem no rosto, quase como se estivessem usando mascaras. Não espere uma grande profundidade na trama, personagens bem trabalhados ou sequer saber o que é Kabuki ao jogar este game. Sorte da SNK que quase ninguém liga muito pra história em jogos de luta…

O interessante neste game é que existem vários itens no jogo que surgem aleatoriamente, como veneno, bolinhos de arroz que recuperam sua energia (todo mundo sabe que no meio de uma luta contra atores de teatro o ideal é um bolinho de arroz pra ficar curado), itens que aumentam seu ataque e defesa e até mesmo uma casca de banana onde os personagens escorregam.
Outra coisa interessante é que a barra do ataque especial (magic) enche sozinha, então não é preciso carregar ela dando golpes, existe também um item pra carregar a barra.
No geral é um jogo B que a SNK deve ter produzido pra aumentar sua biblioteca de games, me admira que este jogo tenha vindo ao ocidente, já que não é nenhuma pérola, enquanto jogos famosos lá pela terra do sol nascente jamais visitaram estas bandas.
Tags: escorregão em casca de banana, Kabuki, luta, porrada, snk, youtube
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O mundo perdido do NeoGeo: Fighting Games Part II- Waku Waku 7
Written by Murak on 27/julho/2009 – 14:01 -
E aqui estou eu de volta, dando continuidade a mais uma capítulo da saga dos games ignorados, pouco conhecidos ou enterrados no quintal junto com os Atari 2600 consoles que se ligavam na entrada UHF/VHF da sua TV!

Waku Waku Seven é um game um pouco mais popular, fez algum sucesso no Neo Geo e é um dos melhores títulos para o mesmo (chegou até a receber um port para o Saturn). O roteiro é parecido com o de um anime de caras loiros de cabelo em pé famoso aqui no ocidente, vejamos se reconhecem: existem sete eseferas mágicas e quem possuir as sete terá seu desejo realizado. E aí? algum palpite?

Claro que isso é mais do que motivo para porrada. O destaque neste game fica a cargo dos personagens e seus golpes bizarros. Vou apresenta-los a alguns deles:
Bonus Kun: O saco de pancadas do chefão Rowe do jogo Galaxy Fight. Sim! Ele é um saco de pancadas que luta e… faz cosplay de Ryu.
Tesse: A empregada robô que usa seus instrumentos de trabalho para lutar. O interessante é que um dos golpes dela é jogar um objeto aleatório no adversário.
Politank-Z: Um tanque de guerra controlado por um velho (que mais parece o Wario) que atira bombas e … bom vou deixar pra que vocês confiram no jogo.
Fernandez: Uma grande bola preta com asas. Não saberia descrever isto de outra forma, e quando o virem também vão entender o porquê.

Várias possibilidades surgem deste hospício jogo, no qual não existe um personagem normal sequer.
O resultado é um jogo cheio de sátiras a outros games de luta e estereótipos de animes. Este está até hoje na minha lista de “games para reunir os amigos e jogar nos fins de semana”. Pra quem já jogou vale a pena relembrar, pra quem nunca ouviu falar, ainda é tempo de variar a jogatina.
Altamente recomendável.
Pra fechar, um vídeo que mostra um pouquinho do game:
Tags: antigo, dragon ball z, empoeirado, estereótipo, Faca no Neogeo, Fernandez, luta, não é street fighter, neo geo, nunca provoque um saco de areia, porrada, porradaria, ryu, sayajins, seven, sunsoft, waku waku
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O mundo perdido do NeoGeo: Fighting Games Part I- Galaxy Fight
Written by Murak on 25/julho/2009 – 18:09 -
Começarei aqui a criar as crônicas de games esquecidos perdidos ou jamais vistos em terras tupiniquins, conhecidos por poucos, e as vezes somente pela terra do sol nascente, estes games para Arcade e NeoGeo. Alguns deles foram esquecidos injustamente, pois esbanjam qualidade, outros merecidamente por serem verdadeiras pérolas do tosco, algo que só poderia ser criado a partir do cruzamento de Superman 64 e Atari E.T. the extraterrestrial. E o primeiro escolhido será Galaxy Fight.

Lançado para Neogeo, Arcade e Saturn, meu primeiro contato com este game foi através do popular arcade conhecido pelo vulgo de “bola preta”. Enquanto todos os outros jogavam KOF, Street Fighter e Samurai Shodown, eu já estava um pouco enjoado desta rotina e decidi experimentar aquele estranho jogo com personagens um tanto diferentes.
Depois via Google descobri que foi o primeiro jogo de luta da Sunsoft. Quem é familiar ao Neo Geo sabe que nele os jogos de luta reinam absolutos em inúmeros títulos diferentes.
Algo peculiar a este jogo é que ele tem apenas 3 botões de ataque e não 4 como o de costume, o quarto botão é o de provocação. A jogabilidade não destoa tanto dos jogos costumeiros com seus “hadoukens”, “shouryukens” e vários combos.
Confira no video alguns combos do jogo:
Tags: arcade, luta, NeoGeo, Old, porrada
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Retro-Reviews! Super Mario World
Written by Raphael Franck on 20/julho/2009 – 02:22 -
Quem nunca terminou Super Mario World atire a primeira pedra (será que existe essa possibilidade?). O título mais famoso do Super Nintendo, pois todos conhecem o Mario somente pelo fato de ele sair pegando muita gente atrás do armário (tudo bem! essa foi sem graça). Mas como recordar é viver (outra frase clichê ¬¬), com certeza esse tal de Mario, lançado junto com o console de 16 bits da Nintendo, fez a cabeça de muita gente por aqui. Read more »
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Retro-Reviews! Act Raiser
Written by Murak on 16/julho/2009 – 18:03 -(Nota do Mancha: A partir de agora, alguns dos Starters, o pessoal da revista Press Start – que você pode conferir ali na seção de parceiros – vão vestir o uniforme preto e se tornarem caveiras, escrevendo aqui para o Faca no Console! também. Enquanto o resto do pessoal ainda não dá as caras, vamos todos das as boas vindas ao Murak, que já chega estreando uma categoria nova, a de Retro-Reviews! Seja bem-vindo, recruta!)
Yo Pessoal, a partir de agora estarei postando neste Blog juntamente com os outros caveiras. Meu nome é Muraktama Rodrigues, mas chamem-me Murak, sou redator da Revista Digital Press Start e como muitos um saudosista da era 16 bits, motivo pelo qual começo minha vida de blogueiro com um post sobre um aclamado jogo de snes: Actraiser.

Neste jogo lançado par Snes no início da década de 1990 você é nada menos que um deus. Sim um deus que ao despertar depois de muitos séculos encontra seus domínios tomados por diversos demônios, e consequentemente o mundo se tornou completamente inabitável por seres humanos.
Como todo deus que se preze, este também precisa ter seus súditos, logo seu objetivo no jogo é destruir os demônios de diversas regiões distintas, enquanto orienta o seu povo sobre vários aspectos, provendo a eles chuva, sol e até mesmo, um cruel terremoto que destroi praticamente toda a civilização no local em que é enviado.
Sua missão divina não termina ai, ao contrário de muitos deuses mais preguiçosos que existem por aí, você tem que descer na terra com seu avatar e descer a porrada em tudo quanto é demônio que ouse se opor a você.
A ação do jogo é similar ao do primeiro Castlevania, com alguns poucos upgrades e magias disponíveis ao longo de sua jornada. Daria mais atenção ao fator estratégico do jogo em orientar as civilizações e compartilhar os conhecimentos distintos entre elas, como diferentes tipos de plantações, como construir pontes e etc… fazendo com que estas prosperem ao máximo.
A medida que as populações crescem seu level aumenta, o que o ajuda nas batalhas e na utilização das magias, os chefes do jogo são seres mitológicos alguns lembrando a mitologia grega. Actraiser é um dentre muitos de uma seleta lista de jogos do Snes que se diferem de tudo que havia sido feito até então, e ainda reune elementos clássicos dos jogos.
A trilha sonora é excelente e vale a pena. Infelizmente o gameplay é de apenas algumas horas, mas ao ver sua civilização prosperando certamente sentirá vontade de jogar mais uma vez…
Pra terminar, confiram um videozinho do jogo:
Tags: classic, nintendo, retrô, snes
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