Games Online e Games Online. Qual a diferença?

Written by L. Gustavo "Mancha" on 16/março/2010 – 12:11 -

Achou o título confuso? Pois é, eu também.

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Mas a ideia não é tão difícil assim. Estou falando das diferenças entre os games que focam a jogatina online e os que dependem de estar online pra ser jogados. Então você pergunta: “Tio Mancha, mas tem diferença? Não é tudo joguinho de jogar na internet?” Não, meu caro mancebo. E é exatamente por essa diferença que eu gosto muito de alguns games online, enquanto não consigo me interessar por outros.

Isso me ocorreu enquanto eu jogava Defense of the Ancients (o popular DotA, um mapa de Warcraft III), jogo no qual eu perco muitas horas por semana. Mas a maioria dos meus amigos joga MMORPGs como World of Warcraft, Cabal, Ragnarok Online. Enquanto o primeiro é uma partida disputada entre dois times, o segundo é um tipo de jogo aberto, livre, onde você escolhe seus objetivos.

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Eu, sinceramente, não sou muito fã dos Massive Multiplayer Online. Eu não gosto da falta de objetivos. Não há um inimigo final a ser derrotado. Não há um fechamento para a história. Não há um desenvolvimento dos seus sentimentos para com o jogo, um apego aos personagens. Você simplesmente cria seu alter-ego e é jogado no mundo virtual. Quais as vantagens disso? Bem, você é livre pra fazer praticamente tudo. Pode escolher as missões que quer ou não fazer, pode configurar seu avatar de maneiras variadas, pode interagir com qualquer outro jogador e formar grupos, como pode desmanchá-los em um piscar de olhos. Mas eu acho que é justamente isso que me irrita, o fato de você ter liberdade demais. É o mesmo motivo pelo qual eu nao consigo gostar de GTA, mas isso é papo pra outro post.

Enquanto aquele Game Online suga horas da sua vida fazendo você ficar eternamente indo pra lá e pra cá, este outro Game Online faz você perder tempo de maneira diferente: São sessões de jogo, partidas, uma interação diferente. Aí temos os games de Estratégia em Tempo Real (ou apenas RTS), como Warcraft, Starcraft e Age of Empires, mas também temos games como DotA, Gunbound e até Pangya. Embora não faça você correr pelo mundo como bobo, eles te fazem esperar como bobo pelo início das partidas. Não só isso, mas ele também te prende, pelo menos, até o final da partida. Aqui, os objetivos são levar o seu time à vitória, mesmo que seu time consista em apenas você. Tem um pano de fundo, tem historinha, mas é como jogar uma partida de Street Fighter no videogame. Um ganha, outro perde, e lá vamos nós jogar de novo.

Eu não me empolgo com o primeiro tipo, mas adoro o segundo. O que acaba me afastando deles, na maioria das vezes, são os xiters cheaters, entretanto os cheats estragam ambos os tipos de jogo.

E você? Que tipo de Game Online você prefere?


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Gameart e cultura!

Written by Sir Alain de Paula on 29/março/2009 – 21:32 -

Mamãe e papai sempre diziam que jogos eram coisa de criança. Quando a gente cresce, games vira coisa de vagabundo. Como não podemos mandar nossos pais pra aquele lugar, mas como alguns fazem, podemos tentar vendê-los. Brincadeiras à parte, vou lhes dar uma informação cultural. Sim! Somos também cultura, não apenas cultura do entretenimento. Hoje vou lhes apresentar algumas idéias legais em torno de um ramo interessantíssimo, a Gameart.

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Primeiramente não são games como obras de arte. Sabemos muito bem que os cenários de Final Fantasy são aquelas coisas mirabolantes de um mundo perfeito com toda a questão da perfeição gráfica elevada quase como uma arte. Não é dessa arte que estou falando!  Falo de arte como um atributo questionador, que nos faz refletir e pensar, muito além de explodir prédios ou invocar um Quetzalcoatl. Como exemplo, vou mostrar um jogo questionador, online inclusive, não precisa de um 360 ou PS2 pra rodar: September 12th.

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